Menina de 4 anos denuncia abuso sexual dentro do Clube Social do Palmeiras; associado é suspenso

Caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Instituição afirma que colabora com as autoridades e adotou medidas internas após tomar conhecimento da denúncia
Redação NC News
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A Polícia Civil de São Paulo investiga uma denúncia de estupro de vulnerável envolvendo uma menina de 4 anos nas dependências do Clube Social da Sociedade Esportiva Palmeiras, na zona oeste da capital paulista.

Segundo informações registradas pelas autoridades, a mãe da criança procurou a polícia após relatar que a filha teria sido vítima de violência sexual dentro do clube. O caso foi formalizado e passou a ser apurado por investigadores especializados.

De acordo com a denúncia, um associado da instituição é apontado como suspeito. Após ser informado sobre a ocorrência, o Palmeiras determinou a suspensão cautelar do associado até a conclusão das investigações.

Investigação em andamento

A Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer as circunstâncias do caso. Por envolver uma criança e um crime de natureza sexual, os detalhes da investigação estão sendo mantidos sob sigilo para preservar a vítima.

Os investigadores devem analisar imagens de monitoramento, ouvir testemunhas e reunir provas que possam ajudar a esclarecer os fatos.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventual prisão ou medidas judiciais contra o suspeito.

Nota do Palmeiras

Em nota, a Sociedade Esportiva Palmeiras informou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra crianças, e afirmou que está colaborando integralmente com as autoridades responsáveis pela investigação.

O clube também destacou que adotou providências internas imediatas após tomar conhecimento da denúncia e que seguirá acompanhando o caso.

Caso gera repercussão

A denúncia causou preocupação entre associados e frequentadores do clube, um dos mais tradicionais da capital paulista, conhecido por receber diariamente famílias, crianças e adolescentes em suas áreas esportivas e de lazer.

O caso segue sob investigação. Conforme determina a legislação brasileira, o suspeito é considerado inocente até eventual condenação definitiva pela Justiça.

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