Ouro dispara e volta aos maiores níveis desde junho após decisão dos EUA
Metal precioso ultrapassou os US$ 4.500 por onça e ganhou força depois que o Tesouro americano anunciou uma mudança nas recompras de títulos de longo prazo.
Bitcoin dispara e encosta nos US$ 69 mil após decisão dos EUA
Criptomoeda subiu quase 6% e atingiu o maior nível desde o início de junho depois que o Tesouro americano ampliou a recompra de títulos da dívida
Inflação segue em alta e preocupa Banco Central
Ata da reunião que reduziu a Selic para 14% aponta quatro fatores que podem pressionar os preços e reforça preocupação com expectativas acima da meta
Mercado reduz pela sexta semana seguida previsão para inflação de 2026
Boletim Focus aponta IPCA de 5,02% neste ano; projeção para o PIB também caiu, de 1,99% para 1,98%
82% das famílias brasileiras estão endividadas; veja o que está por trás do recorde
Pesquisa da CNC mostra que cartão de crédito lidera as dívidas, enquanto parcela de famílias com contas atrasadas recua pelo terceiro mês seguido
Dívida pública passa de R$ 9,2 trilhões e Durigan aponta o que está por trás da alta
Ministro da Fazenda afirma que juros elevados e a necessidade de renovar títulos antigos pesam mais no endividamento; entenda como essa conta funciona
Copom reduz a Selic para 14% ao ano; o que muda agora para crédito, financiamentos e investimentos?
Decisão do Banco Central confirma o quarto corte consecutivo da taxa básica de juros, mas o comunicado mantém cautela sobre os próximos passos diante do cenário econômico.
Brasil nada contra a maré e diminui os juros; veja quem acompanhou
Copom prevê redução da Selic em meio a cenário global de juros elevados, impactando mercado e crédito.
Copom inicia reunião para decidir nova Selic; mercado prevê novos cortes nos juros
Mercado financeiro espera novos cortes na taxa básica de juros após redução das projeções para a inflação, mas estimativas ainda seguem acima da meta do Banco Central.
Fed mantém juros dos EUA e sinaliza cautela diante da inflação e das incertezas globais
Banco central americano deixa taxa entre 3,50% e 3,75% ao ano pela quinta reunião seguida; decisão pode influenciar o dólar, os juros no Brasil e os mercados financeiros