Nikolas Ferreira chama projeto contra misoginia de “aberração” e promete barrar proposta

O deputado federal Nikolas Ferreira criticou duramente o projeto de lei que criminaliza a misoginia e a equipara ao racismo
Redação NC News
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O deputado federal Nikolas Ferreira criticou duramente o projeto de lei que criminaliza a misoginia e a equipara ao racismo. A proposta foi aprovada pelo Senado na terça-feira (24) e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Em manifestação nas redes sociais, Nikolas afirmou que pretende atuar para impedir o avanço da proposta na Câmara.

Segundo ele, a mobilização contra o projeto já começou. A declaração repercutiu entre seguidores, gerando tanto apoio quanto críticas.

Entenda o que muda com o projeto

O texto aprovado inclui a misoginia na Lei nº 7.716 de 1989, ampliando o alcance das punições para casos de discriminação.

A proposta define misoginia como atitudes que expressem desprezo ou hostilidade contra mulheres. Caso seja sancionada, a lei prevê:

  • Pena de 2 a 5 anos de prisão
  • Aplicação de multa
  • Crime classificado como inafiançável

Projeto tem apoio no Senado

A proposta é de autoria da senadora Ana Paula Lobato e foi relatada pela senadora Soraya Thronicke.

No Senado, o texto foi aprovado por unanimidade entre os parlamentares presentes.

Argumentos a favor da medida

Defensores da proposta afirmam que a mudança fortalece o combate à violência contra mulheres e amplia instrumentos legais para punir práticas discriminatórias.

Durante a tramitação, a relatora destacou que a misoginia está presente em diversas formas e pode evoluir para agressões mais graves se não for combatida desde o início.

Reações dividem opiniões nas redes

A crítica feita por Nikolas Ferreira gerou debate nas redes sociais. Parte do público concordou com o posicionamento do parlamentar, enquanto outros defenderam a importância da proposta.

O tema também reacendeu discussões sobre liberdade de expressão e combate a discursos de ódio.

Próximos passos na Câmara

Após a aprovação no Senado, o projeto será analisado pelos deputados federais. Se aprovado sem mudanças, seguirá para sanção presidencial.

O futuro da proposta dependerá do ambiente político e das negociações no Congresso Nacional.

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