Botafogo tropeça em casa e estreia com empate amargo na Sul-Americana

Sob vaias no Nilton Santos, Alvinegro para na retranca do Caracas e busca igualdade com gol de Arthur Cabral; VAR anula pênalti para os brasileiros.
Redação NC News
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O Botafogo empatou com o Caracas por 1 a 1 na noite desta quinta-feira (09), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, em sua estreia na fase de grupos da Sul-Americana. Os gols foram marcados por Correa, para os visitantes, e Arthur Cabral, que saiu do banco para igualar o placar para o Alvinegro no início do segundo tempo. O resultado foi motivado pela ineficiência ofensiva do Botafogo, que deteve 71% de posse de bola, mas falhou em converter o volume em gols, além de ter um pênalti anulado pelo VAR. O tropeço em casa gerou forte insatisfação da torcida, que vaiou o elenco após o apito final devido ao favoritismo não concretizado.

Primeiro Tempo: Posse de bola sem objetividade

O roteiro da etapa inicial foi de ataque contra defesa, mas sem brilho. O Botafogo manteve a bola sob controle por quase todo o tempo (71%), porém as chances reais foram escassas. Matheus Martins e Júnior Santos tentaram, mas sem levar perigo real ao goleiro Benítez.

O momento de maior tensão ocorreu aos 25 minutos, quando o árbitro Kevin Ortega assinalou pênalti em Matheus Martins. Contudo, após longa revisão do VAR, a infração foi anulada. O castigo veio aos 41: em um contra-ataque isolado, Figueroa exigiu defesa de Raul e, na cobrança de escanteio subsequente, Correa aproveitou a sobra para marcar um golaço, silenciando o Nilton Santos antes do intervalo.

Segundo Tempo: Aposta certeira em Arthur Cabral

Na volta dos vestiários, o técnico alvinegro promoveu a entrada de Arthur Cabral no lugar de Matheus Martins. A mudança surtiu efeito imediato: aos quatro minutos, após lançamento de Montoro e dividida de Danilo com o goleiro, o centroavante apenas empurrou para as redes vazias, empatando o duelo.

O gol animou o Botafogo, que se lançou desesperadamente ao ataque. O próprio Arthur Cabral quase virou a partida ao carimbar a trave adversária após passe de Danilo. Apesar da pressão final e da superioridade técnica, o Caracas se fechou com eficiência, segurando o 1 a 1 até o fim e garantindo que as vaias fossem a trilha sonora do encerramento da partida no Rio.

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