A classificação da Seleção Brasileira para a fase de mata-mata da Copa do Mundo de 2026 não rendeu apenas alívio e festa para a torcida, mas também uma quantia milionária aos cofres da CBF. Ao garantir o primeiro lugar do Grupo C, a equipe embolsou US$ 11 milhões (cerca de R$ 57,3 milhões na cotação atual) em prêmios pagos pela Fifa.
O Brasil encerrou sua participação na fase de grupos invicto. A Amarelinha conquistou vitórias sobre o Haiti e a Escócia, e ficou no empate em seu duelo contra a seleção do Marrocos.
Apenas pela participação no Mundial, todas as seleções têm direito a uma cota inicial de US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 46 milhões). Ao avançar para a Segunda Fase (16 avos de final), o Brasil somou um bônus de US$ 2 milhões (cerca de R$ 10,4 milhões) a esse montante inicial.
O caminho até a taça e os valores em jogo
Agora, a equipe comandada por Carlo Ancelotti se prepara para o primeiro desafio eliminatório. O próximo adversário da Canarinho ainda será definido, mas as possibilidades apontam para seleções de peso: Holanda, Japão ou Suécia.
Caso consiga a vitória nesta Segunda Fase e avance para as oitavas de final, a Seleção Brasileira garantirá mais uma injeção financeira considerável, elevando o prêmio total para a casa dos US$ 19 milhões (R$ 98,9 milhões).
Para tornar as finanças da Copa mais claras, confira a tabela de premiações estabelecida pela Fifa para cada fase alcançada pelas seleções (valores convertidos para a cotação estimada da reportagem):
- Fase de Grupos: US$ 9 milhões (R$ 46 milhões)
- Segunda Fase (16 avos): US$ 11 milhões (R$ 57,3 milhões)
- Oitavas de final: US$ 19 milhões (R$ 98,9 milhões)
- 4º Lugar: US$ 27 milhões (R$ 140,6 milhões)
- 3º Lugar: US$ 29 milhões (R$ 151 milhões)
- Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 171,9 milhões)
- Campeão: US$ 50 milhões (R$ 260,4 milhões)