Seleção Italiana tenta tirar Carlo Ancelotti do Brasil; ele pode deixar o comando da Seleção?

Paolo Maldini revelou que a Federação Italiana procurou o treinador e também Pep Guardiola antes de definir seu novo comandante, reacendendo dúvidas sobre o futuro de Ancelotti.
Redação NC News
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A Federação Italiana de Futebol (FIGC) traçou alvos ambiciosos para a reestruturação de sua equipe nacional. Paolo Maldini, que assumiu recentemente o cargo de diretor de seleções, revelou que a entidade realizou contatos diretos com Carlo Ancelotti e Pep Guardiola para o cargo de treinador.

Apesar do peso das investidas, a imprensa relata que o clima nos bastidores da Federação Italiana é de pessimismo em relação a um acerto com qualquer um dos dois.

Foco nos “melhores do mundo”

Durante entrevista coletiva nesta semana, Maldini confirmou as especulações e justificou a estratégia da FIGC de iniciar as buscas pelo topo do mercado, mesmo ciente das dificuldades logísticas e contratuais:

“Guardiola? Não podemos dar informações, vocês identificaram um dos objetivos, mas também conversamos com Carlo Ancelotti. Achamos justo começar pelos melhores do mundo, mas é preciso verificar a disponibilidade de cada um. O ideal seria nomear o técnico da seleção ainda esta semana, mas, mais do que isso, queremos esperar pela pessoa que realmente desejamos. Há pressa, mas, dentro de nós, nem tanta assim.”

Federação Italiana tenta tirar Carlo Ancelotti da Seleção Brasileira, mas principal barreira é o seu atual compromisso profissional. Foto: CBF

O cenário de Ancelotti e a crise da Azzurra

A principal barreira para a repatriação de Carlo Ancelotti é o seu atual compromisso profissional. O treinador comanda a Seleção Brasileira e possui uma extensão de contrato assinada até a Copa do Mundo de 2030 — acordo firmado antes mesmo da estreia do Brasil no Mundial de 2026, realizado na América do Norte. Por outro lado, Pep Guardiola encontra-se teoricamente mais acessível, já que deixou o Manchester City ao final da última temporada europeia.

A ambição da Itália na escolha do novo técnico reflete a urgência em reverter uma grave crise esportiva. Tetracampeã mundial, a tradicional Azzurra precisa de uma liderança capaz de resgatar o prestígio da equipe, que amarga o fato de ter ficado de fora das últimas três edições da Copa do Mundo.

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