O destino político do senador Cleitinho Azevedo está sendo traçado neste exato momento. Começou às 11h desta segunda-feira (3) a reunião decisiva do partido Republicanos que vai bater o martelo sobre a candidatura oficial dele ao Governo de Minas Gerais.
O encontro de hoje tenta colocar um ponto final em um impasse nos bastidores que ameaçava esfriar o projeto eleitoral do senador. Apesar do clima de suspense, a expectativa majoritária dentro da sigla é de que Cleitinho receba o sinal verde.
Por que a decisão atrasou?
O veredito sobre a chapa mineira era aguardado com ansiedade para o último sábado (1º). O plano inicial era reunir as direções estadual e nacional do partido, mas a agenda precisou ser cancelada e refeita de última hora.
O motivo do adiamento ocorreu fora de Minas Gerais. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, precisou priorizar uma viagem à capital paulista para participar da convenção que lançou Tarcísio de Freitas na corrida pelo governo de São Paulo.
A ‘operação de resgate’
Para evitar que a indefinição fizesse a candidatura de Cleitinho subir no telhado, o presidente estadual do partido, Euclydes Pettersen, montou uma verdadeira força-tarefa de articulação nos últimos dias:
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Corpo a corpo: O dirigente viajou para Divinópolis na última quinta-feira (30) para amarrar os ponteiros e acalmar os ânimos diretamente com o senador.
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Ponte com Brasília: Pettersen assumiu o papel de negociador entre Cleitinho e o presidente nacional, Marcos Pereira, buscando costurar garantias partidárias.
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Objetivo único: A meta das conversas intensas é desenhar uma alternativa segura que permita ao senador manter a intenção de disputar o Palácio Tiradentes com o peso total da máquina do partido.