Um professor de jiu-jitsu foi denunciado por agredir a namorada de 22 anos durante uma discussão no bairro Dr. Silvio Botelho, na zona Oeste de Boa Vista, em Roraima.
Segundo o relato registrado pela Polícia Militar, a jovem afirmou que recebeu um soco no rosto e ficou com um hematoma na região da face. O caso foi registrado como violência doméstica e lesão corporal dolosa.
A vítima também contou aos policiais que o fato de o companheiro ser lutador e professor de artes marciais aumenta o medo de sofrer novas agressões. Ela manifestou a intenção de solicitar uma medida protetiva de urgência.
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Entenda O Que Aconteceu
A ocorrência começou após uma discussão entre o casal em um bar, na manhã de domingo (30).
De acordo com o relato da jovem à Polícia Militar, ela fez uma brincadeira sobre o namorado na frente de outras pessoas. O comentário teria provocado a irritação do professor, que decidiu deixar o estabelecimento.
Durante o desentendimento, segundo a vítima, o homem tentou entrar em contato com a irmã pelo celular. Quando ela tentou pegar o aparelho, ele teria tomado o telefone de suas mãos.
A jovem também afirmou que o companheiro impediu que ela retirasse sua bolsa do carro, deixando-a sem documentos e sem meios de comunicação.
Na sequência, segundo o registro policial, o professor teria dado um soco no rosto da namorada.
Vítima Ficou Com Hematoma No Rosto
Policiais que atenderam a ocorrência relataram ter constatado um hematoma na região da face da jovem.
Depois do atendimento inicial, ela foi encaminhada ao Pronto-Socorro Cosme e Silva, onde recebeu atendimento médico.
O caso foi registrado como lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica.
Suspeito Não Foi Localizado
Após o registro da ocorrência, equipes da Polícia Militar realizaram buscas para tentar localizar o professor.
Os policiais procuraram pelo suspeito no bairro Dr. Silvio Botelho e em locais onde ele poderia estar, mas ele não foi encontrado.
Até o momento, a identidade do homem não foi divulgada no material referente à ocorrência.
O fato de o suspeito não ter sido localizado não impede a continuidade da investigação pelas autoridades.
Jovem Pediu Medida Protetiva
Durante o atendimento, a vítima informou que pretende solicitar uma medida protetiva de urgência contra o companheiro.
Segundo o relato registrado pela PM, o pedido está relacionado também ao fato de o homem ser lutador e professor de artes marciais, condição que, de acordo com a jovem, aumenta seu temor diante de uma possível nova agressão.
A medida protetiva pode estabelecer restrições ao acusado, incluindo afastamento da vítima e proibição de contato, conforme determinação judicial.
Caso Será Investigado
O registro da ocorrência deverá subsidiar a investigação sobre a agressão denunciada.
A apuração deve considerar o relato da vítima, os registros feitos pelos policiais e o atendimento médico realizado após a ocorrência.
Até que a investigação seja concluída e haja eventual decisão judicial, o professor é tratado como suspeito, e não como condenado pelo crime.
O Que Pode Acontecer Agora
A Justiça poderá analisar o pedido de medida protetiva apresentado pela vítima e determinar as restrições consideradas necessárias para garantir sua segurança.
As autoridades também poderão realizar novas diligências para localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias da agressão.
A eventual responsabilização criminal dependerá do andamento da investigação e das decisões tomadas pela Justiça.
Entenda O Contexto
O caso envolve uma denúncia de violência doméstica registrada em Boa Vista após uma discussão entre um casal. A jovem de 22 anos afirma ter sido agredida com um soco no rosto pelo companheiro, que é professor e lutador de jiu-jitsu.
Ela recebeu atendimento médico e manifestou interesse em obter uma medida protetiva. O suspeito não foi localizado durante as buscas realizadas pela Polícia Militar. O registro foi feito como lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica, e a investigação deverá esclarecer as circunstâncias do episódio.
Como ainda não há condenação, as acusações contra o professor devem ser tratadas como suspeitas até a conclusão da apuração e eventual julgamento.
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