Quatro pessoas foram presas nesta terça-feira (1º) pela suspeita de envolvimento na morte do dentista Clei Bagattini, em Vilhena, Rondônia. O crime aconteceu há pouco mais de dois anos, quando o profissional foi assassinado a tiros dentro do próprio consultório.
Os novos alvos da investigação são dois homens e duas mulheres, localizados nas cidades de Cacoal e Vilhena. A operação também cumpriu dois mandados de busca e apreensão.
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Dentista foi morto dentro do consultório
Clei Bagattini foi assassinado a tiros em julho, dentro do próprio consultório.

Segundo a investigação, o autor dos disparos se passou por paciente para conseguir entrar no local e se encontrar com o dentista antes de cometer o crime.
O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil, que busca identificar todos os envolvidos na execução e na organização do crime.
Quatro novos suspeitos são presos
Os quatro novos mandados de prisão foram expedidos pelo Poder Judiciário da Comarca de Vilhena.
Dois suspeitos foram encontrados em Cacoal, enquanto os outros dois foram localizados em Vilhena.
A Polícia Civil também cumpriu dois mandados de busca e apreensão durante a operação.
Outras duas pessoas já foram condenadas
Antes das novas prisões, duas pessoas já haviam sido condenadas pelo crime.
Raqueline Leme Machado e Maikon Sega Araújo, que era namorado dela, foram condenados em abril.
Uma terceira pessoa apontada pela investigação como responsável pelos disparos, Maicon Raimundo, não chegou a ser julgada. Segundo a polícia, ele morreu durante uma troca de tiros com agentes.
Investigação aponta outros crimes
Além da suspeita de participação no assassinato, os quatro novos presos são investigados por homicídio qualificado, com emprego de meio cruel e uso de recurso que teria impossibilitado a defesa da vítima.
A Polícia Civil também apura a participação deles em organização criminosa armada e uma possível tentativa de atrapalhar as investigações.
Operação tenta esclarecer participação dos envolvidos
A nova etapa da investigação busca esclarecer qual teria sido a participação de cada um dos quatro presos no crime.
As prisões acontecem mais de dois anos depois do assassinato e ampliam a apuração sobre uma possível estrutura criminosa envolvida na morte do dentista.
Os investigados são tratados como suspeitos, e a investigação continua.
Entenda o contexto
Clei Bagattini foi morto a tiros dentro do próprio consultório, em Vilhena, Rondônia. Segundo a investigação, o atirador teria se passado por paciente para se aproximar da vítima.
Duas pessoas já foram condenadas pelo crime, enquanto o homem apontado como autor dos disparos morreu em confronto com a polícia.
Agora, quatro novos suspeitos foram presos e são investigados não apenas pela participação no homicídio, mas também por possível envolvimento com organização criminosa armada e tentativa de interferência nas investigações.
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