O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes e, de acordo com a pesquisa Real Time/Big Data divulgada nesta segunda-feira (14), teria condições de conquistar a reeleição já no primeiro turno.
O levantamento aponta Tarcísio com 53% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad (PT) aparece com 36%. A diferença é de 17 pontos percentuais.
Considerando apenas os dois principais candidatos, os números mostram uma vantagem ampla para o atual governador. A pesquisa também indica um cenário favorável a Tarcísio em uma eventual segunda rodada da eleição.
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Tarcísio lidera com 53% no primeiro turno
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Tarcísio registra 53% das intenções de voto.
Haddad aparece em segundo lugar, com 36%. Os demais candidatos somados chegam a 2%.
Brancos e nulos representam 5% dos entrevistados, enquanto 4% não souberam ou não responderam.
A diferença entre Tarcísio e Haddad chega a 17 pontos percentuais, colocando o governador em uma posição que, caso se mantenha até a votação, permitiria uma vitória já no primeiro turno.
Cenário espontâneo também favorece governador
Quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Tarcísio também aparece na frente.
O governador soma 28%, enquanto Haddad registra 15%.
Outros candidatos reúnem 3% das menções. Brancos e nulos representam 7%, mas o dado que chama atenção é o percentual de eleitores que ainda não definiu uma resposta: 47% não souberam ou não responderam.
O resultado mostra que, apesar da vantagem dos dois principais candidatos, existe uma parcela expressiva do eleitorado que ainda não manifesta preferência espontânea.
Vantagem aumenta no segundo turno
A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad.
Nesse cenário, o governador aparece com 57% das intenções de voto, contra 38% de Haddad.
A diferença chega a 19 pontos percentuais.
Brancos e nulos somam 3%, enquanto 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
O resultado indica que, dentro dessa simulação, Tarcísio mantém uma vantagem superior à registrada no primeiro turno.
Resultado acompanha tendência de outras pesquisas
O levantamento divulgado nesta segunda-feira ocorre em meio a uma sequência de pesquisas que também aponta Tarcísio na liderança da corrida pelo governo paulista.
Na pesquisa Quaest divulgada em 8 de setembro, o governador tinha 42% contra 27% de Haddad no primeiro turno. No segundo turno, o placar era de 48% a 31% para Tarcísio.
Já a pesquisa Paraná Pesquisas divulgada em 11 de setembro apontou Tarcísio com 49,7% das intenções de voto totais, contra 34,5% de Haddad. Em uma simulação de segundo turno, o governador aparecia com 52,9%, ante 37,5% do petista.
Os levantamentos possuem metodologias e períodos de coleta diferentes, portanto não devem ser comparados como se fossem uma única medição.
Pesquisa ouviu 2 mil eleitores
O Real Time/Big Data ouviu 2 mil eleitores no estado de São Paulo entre os dias 9 e 12 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-02794/2026.
Os números representam o cenário encontrado pelo instituto durante o período de entrevistas e não constituem uma previsão do resultado das urnas.
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Entenda O Contexto
A eleição para o governo de São Paulo tem Tarcísio de Freitas como principal nome na disputa pela reeleição. O atual governador aparece na liderança em diferentes levantamentos divulgados nas últimas semanas, enquanto Fernando Haddad se mantém como seu principal adversário.
Na pesquisa Real Time/Big Data divulgada em 14 de setembro, Tarcísio registra 53% das intenções de voto no cenário estimulado, contra 36% de Haddad. Na simulação espontânea, a vantagem também aparece, mas o número de eleitores que ainda não manifesta preferência é elevado. Em um eventual segundo turno, Tarcísio chega a 57%, contra 38% de Haddad.
Apesar da vantagem apresentada pelos levantamentos, a eleição ainda não ocorreu e os percentuais podem mudar ao longo da campanha. Pesquisas eleitorais representam retratos do momento em que os entrevistados foram ouvidos e devem ser analisadas considerando metodologia, margem de erro e período de coleta.
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