Uma fábrica clandestina de linha chilena foi fechada pela polícia nesta segunda-feira (15) em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante a ação, os agentes encontraram adolescentes trabalhando no local, além de diversos materiais utilizados na produção da linha cortante, considerada uma ameaça para motociclistas, ciclistas e pedestres.
A operação ocorreu após investigações que apontavam a fabricação e distribuição irregular do material na região. A linha chilena é conhecida por receber uma mistura de cola com partículas cortantes, tornando-se extremamente perigosa quando utilizada em pipas.
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Entenda o que aconteceu
Segundo as autoridades, a fábrica funcionava de forma clandestina e produzia grandes quantidades de linha chilena para comercialização. No local, foram encontrados insumos e equipamentos utilizados na confecção do material, além de adolescentes que participavam das atividades da produção.
A presença dos menores chamou a atenção dos agentes e deverá ser apurada pelas autoridades competentes, que também investigam possíveis responsáveis pela contratação e exploração do trabalho infantil.
Por que a linha chilena é proibida
A linha chilena é considerada ilegal em diversos estados brasileiros devido ao alto risco de acidentes. O material pode provocar cortes graves e até mortes, principalmente entre motociclistas que trafegam por vias urbanas.
Nos últimos anos, campanhas de conscientização e operações policiais foram intensificadas para combater a fabricação, venda e utilização desse tipo de produto.

Investigação continua
Após o fechamento da fábrica, o material apreendido foi encaminhado para perícia. A polícia busca identificar os responsáveis pela produção e distribuição da linha chilena, além de verificar o alcance da comercialização do produto na capital fluminense.
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Entenda o contexto
A linha chilena e o cerol são frequentemente alvo de operações policiais em todo o país. Apesar de serem utilizados em brincadeiras com pipas, os materiais representam risco elevado para quem circula pelas ruas, especialmente motociclistas e ciclistas.
As autoridades reforçam que a fabricação e comercialização clandestina desses produtos podem resultar em responsabilização criminal e administrativa, além da apreensão dos materiais.
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