FICCO e PM apreendem 750 barras de maconha e prendem quatro suspeitos em operação em Minas Gerais

Ação conjunta realizada em Igaratinga resultou ainda na apreensão de um veículo e sete celulares; investigação busca identificar possíveis conexões com organizações criminosas.
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

Uma operação conjunta das forças de segurança resultou na apreensão de 750 barras de maconha e na prisão de quatro suspeitos na manhã desta quarta-feira (23), em Igaratinga, na região Centro-Oeste de Minas Gerais.

A ação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG) em conjunto com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio de equipes da Rotam. Além da droga, os policiais apreenderam um veículo e sete aparelhos celulares.

VEJA TAMBÉM:

Instabilidade global em sistema de GPS provoca cancelamento de voos no Aeroporto de Confins

Entenda o que aconteceu

Segundo a Polícia Federal, a operação ocorreu durante a manhã e teve como alvo suspeitos ligados ao tráfico de drogas. Durante as diligências, os policiais localizaram uma grande quantidade de entorpecentes armazenada pelos investigados.

Os quatro suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Divinópolis, onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária.

Além da droga, os agentes recolheram aparelhos celulares que poderão auxiliar no aprofundamento das investigações sobre a origem e o destino da carga apreendida.

Força integrada reúne diversos órgãos de segurança

A FICCO/MG é uma força-tarefa criada para ampliar a integração entre os órgãos responsáveis pelo enfrentamento ao crime organizado em Minas Gerais.

A estrutura é coordenada pela Polícia Federal e reúne representantes da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG), Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O objetivo é fortalecer o compartilhamento de informações e a atuação conjunta em investigações relacionadas ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas.

Material apreendido passará por perícia

A carga de maconha apreendida será submetida aos procedimentos periciais previstos pela legislação. Os celulares e o veículo também deverão ser analisados pelos investigadores.

Segundo as autoridades, o material poderá fornecer informações sobre possíveis integrantes da organização criminosa e ajudar a identificar outros envolvidos no esquema.

LEIA TAMBÉM:

Veja a agenda dos candidatos ao governo de Minas nesta quarta-feira (23)

O que acontece agora

Os quatro suspeitos permanecerão à disposição da Justiça enquanto a Polícia Federal dá continuidade às investigações.

A expectativa é que a análise dos aparelhos celulares e demais materiais apreendidos contribua para esclarecer a origem da droga e identificar eventuais conexões com grupos criminosos que atuam em Minas Gerais e em outros estados.

[H4] Entenda o contexto

Nos últimos anos, as forças de segurança têm ampliado a atuação integrada no combate ao crime organizado, especialmente em ações voltadas ao tráfico de drogas. A criação das FICCOs em diversos estados busca justamente unir inteligência, investigação e operações para aumentar a eficiência das ações policiais.

A integração entre órgãos federais e estaduais tem sido apontada como uma das principais estratégias para desarticular organizações criminosas e interromper rotas de distribuição de entorpecentes.

AS MAIS LIDAS DO NC NEWS:

Polícia prende ladrões que roubaram celular de ex-dirigente do São Paulo

Protesto em Nova York projeta Flávio Bolsonaro entregando faixa presidencial a Trump

Conselho do MPF vai decidir se Gonet pode seguir no caso Master após mensagens e foto com Vorcaro

Carregar Comentários