Jaques Wagner, 75 anos, é candidato à reeleição ao Senado pela Bahia nas eleições de 2026. Nascido no Rio de Janeiro, o petista construiu sua trajetória política no estado baiano e ocupou cargos como deputado federal, governador e ministro.
Atualmente senador, Wagner busca permanecer no Congresso para um novo mandato. Na chapa, tem Edvaldo Brito, do PSD, como primeiro suplente, e Aladilce, do PCdoB, como segunda suplente.
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Trajetória de Jaques Wagner
Wagner começou sua atuação política ainda durante a faculdade, no movimento estudantil. Na década de 1970, mudou-se para a Bahia, onde trabalhou na indústria petroquímica e passou a atuar no movimento sindical.
Em 1980, participou da fundação do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Bahia, tornando-se o primeiro presidente das duas organizações no estado.
Em 1990, foi eleito deputado federal pela primeira vez e depois conseguiu duas reeleições. Durante os governos de Lula, ocupou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.
Governador da Bahia
Em 2006, Wagner foi eleito governador da Bahia pelo PT. Na eleição seguinte, em 2010, foi reeleito para um segundo mandato.
Depois de deixar o governo estadual, voltou ao Executivo federal. Durante a gestão de Dilma Rousseff, comandou o Ministério da Defesa e posteriormente a Casa Civil.
Em 2018, Wagner foi eleito senador pela Bahia e passou a representar o estado no Congresso Nacional.
Atuação no Senado
Entre os temas associados à atuação política de Wagner estão meio ambiente, geração de emprego e renda, defesa dos trabalhadores, ciência e inovação, agricultura familiar e democracia.
Em 2026, sua candidatura ocorre em uma disputa que reúne dez nomes para duas vagas ao Senado pela Bahia.
Patrimônio declarado
Segundo os dados eleitorais reunidos pelo Senado, Jaques Wagner declarou patrimônio de R$24.522.355,65 na candidatura de 2026.
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