Brasileiro procurado por homicídio é extraditado de Portugal após oito anos foragido

Homem tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e foi encaminhado ao sistema prisional após desembarcar no Rio de Janeiro.
Redação NC News
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Um brasileiro procurado pela Justiça por suspeita de homicídio foi extraditado de Portugal para o Brasil na quarta-feira (21), após permanecer foragido por oito anos. O homem foi preso em território português e permaneceu sob custódia enquanto aguardava a conclusão do processo de extradição entre os dois países.

A operação foi conduzida pela Polícia Federal (PF), por meio do Núcleo de Cooperação Internacional no Rio de Janeiro, com apoio da Diretoria de Cooperação Internacional da corporação. O brasileiro era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Após desembarcar no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro e passar pelos procedimentos legais, o homem foi encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Federal não divulgou a identidade do extraditado nem detalhes sobre o homicídio investigado.

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Brasileiro era procurado pela Justiça de Duque de Caxias

Segundo a Polícia Federal, o homem estava foragido havia oito anos e possuía um mandado de prisão preventiva em aberto por suspeita de envolvimento em um homicídio.

A ordem judicial foi expedida pela 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, município localizado na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

O suspeito foi localizado e preso em Portugal. Durante o período em que permaneceu sob custódia das autoridades portuguesas, foram realizados os procedimentos necessários para autorizar sua entrega ao Brasil.

A extradição foi concluída na quarta-feira (21), com a chegada do brasileiro ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Polícia Federal realizou operação internacional

A transferência do suspeito foi realizada com a participação do Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal no Rio de Janeiro e da Diretoria de Cooperação Internacional.

O trabalho envolveu a articulação entre autoridades brasileiras e portuguesas para garantir o cumprimento da ordem judicial expedida no Brasil.

Esse tipo de procedimento permite que pessoas procuradas pela Justiça brasileira, localizadas em outros países, sejam entregues às autoridades nacionais após a análise e autorização do pedido de extradição.

De acordo com a Polícia Federal, a cooperação internacional é um dos instrumentos utilizados para localizar pessoas procuradas pela Justiça e viabilizar o cumprimento de mandados de prisão fora do território nacional.

Suspeito foi encaminhado ao sistema prisional do Rio

Após chegar ao Brasil, o homem passou pelos procedimentos legais previstos para o cumprimento do mandado de prisão preventiva.

Em seguida, foi encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro, onde ficará à disposição da Justiça responsável pelo processo criminal.

A Polícia Federal não informou em qual unidade prisional o suspeito ficará custodiado. Também não foram divulgadas informações sobre a data ou as circunstâncias do homicídio pelo qual ele é investigado.

A prisão preventiva é uma medida cautelar determinada pela Justiça e não representa, por si só, uma condenação. O processo seguirá sob responsabilidade do Poder Judiciário.

Como funciona a extradição de foragidos?

A extradição é um procedimento de cooperação jurídica internacional pelo qual um país entrega uma pessoa a outro Estado para responder a um processo criminal ou cumprir uma pena, conforme os requisitos previstos na legislação e nos acordos aplicáveis.

No Brasil, a atuação da Polícia Federal em processos de extradição envolve o cumprimento de determinações judiciais e a cooperação com autoridades estrangeiras.

Em agosto de 2026, por exemplo, a Polícia Federal realizou outra operação envolvendo um brasileiro localizado em Portugal e procurado pela Justiça de Minas Gerais por homicídio qualificado. O caso foi divulgado no portal oficial da corporação.

No caso concluído nesta quarta-feira, a extradição permitiu o cumprimento da ordem de prisão expedida pela Justiça de Duque de Caxias após oito anos em que o investigado permaneceu foragido.

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