Com apoio do governo Lula, Santa Marcelina expande atendimento de alta complexidade pelo SUS

Hospital da Zona Leste investe em tecnologia, oncologia e modernização de serviços para ampliar o acesso da população a tratamentos especializados
Redação NC News
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Às vésperas de completar 65 anos, o Hospital Santa Marcelina reforça sua posição como uma das principais referências do SUS em São Paulo. A instituição atende uma população de mais de 4,5 milhões de pessoas e vem ampliando investimentos em tecnologia, infraestrutura e assistência especializada.

O destaque está na área de oncologia. O hospital realiza cerca de 28 mil sessões de quimioterapia e 19 mil de radioterapia por ano. Entre os avanços recentes estão a retomada da braquiterapia, a chegada de um terceiro acelerador linear e a incorporação do exame PET-CT, que amplia a capacidade de diagnóstico e acompanhamento do câncer.

A área de Medicina Nuclear também recebeu uma nova gama-câmara, equipamento que aumenta a precisão dos exames para doenças cardíacas, neurológicas e oncológicas.

Outro investimento importante é a modernização do setor de Hemodinâmica, com a construção de uma quarta sala para procedimentos minimamente invasivos e a instalação de equipamentos de última geração para tratamentos cardiovasculares e neurológicos de alta complexidade.

Na área digital, a instituição concluiu a integração dos prontuários eletrônicos de toda a rede, permitindo que informações dos pacientes sejam compartilhadas entre unidades de saúde em tempo real.

Além da assistência, o Santa Marcelina mantém forte atuação em ensino e pesquisa, com dezenas de estudos clínicos em andamento e mais de 3.800 especialistas formados ao longo de sua trajetória.

Os investimentos fazem parte do plano de expansão da instituição, que busca ampliar o acesso da população a diagnósticos e tratamentos de alta complexidade, fortalecendo a rede pública de saúde na capital paulista.

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