Mbappé vira maior artilheiro de mata-matas e cola em Messi

Mbappé alcança marca histórica em jogos eliminatórios e se aproxima de Messi na artilharia dos Mundiais.
Redação NC News
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Kylian Mbappé transforma a noite de 30 de junho de 2026 em marco dos Mundiais de Seleções. Em Nova Jersey, contra a Suécia, o francês chega a 10 gols em jogos eliminatórios e se torna o maior artilheiro de mata-matas da história. No mesmo movimento, alcança 18 gols em Mundiais e assume a segunda posição isolada no ranking histórico, atrás apenas de Lionel Messi, com 19.

Recorde em mata-matas muda peso da França no Mundial

A marca de Mbappé não é só estatística. Em um torneio decidido em detalhes, ter um atacante que cresce sob pressão altera o mapa de forças do Mundial. A França ganha um diferencial competitivo raro: um jogador de 27 anos que decide sistematicamente quando a margem de erro é mínima.

Ao marcar duas vezes na vitória sobre a Suécia, Mbappé não apenas garante a França viva na segunda fase. Ele também amplia a distância para outros craques da era atual e reposiciona o debate sobre quem domina o futebol de seleções neste ciclo. A disputa direta com Messi pela artilharia de 2026 mantém a audiência em alta, alimenta casas de apostas e turbina o valor de patrocínios e direitos de transmissão.

Do título em 2018 ao topo em 2026

A escalada até o recorde começa em 2018, na Rússia. Aos 19 anos, Mbappé faz três gols em mata-matas e ajuda a França a conquistar o título. São dois contra a Argentina nas oitavas de final e um na decisão diante da Croácia. Ali ele se apresenta como sucessor natural da geração de Messi e Cristiano Ronaldo.

Quatro anos depois, no Mundial de 2022, o francês transforma a pressão em rotina. Anota dois gols nas oitavas contra a Polônia e um hat-trick na final contra a Argentina. Perde o título nos pênaltis, mas prova capacidade de decisão em estágio raríssimo. Soma cinco gols em mata-matas naquela edição, enquanto Messi faz seus cinco gols eliminatórios todos naquele torneio.

Em 2026, a história ganha novo capítulo. Contra Senegal e Iraque, Mbappé já havia feito dois gols em cada jogo. Frente à Suécia, volta a marcar duas vezes e fecha o dia com seis gols em dois jogos desta fase, igualando os seis de Messi no Mundial atual. “Kylian Mbappé escreveu mais um importante capítulo de sua história das Copas do Mundo”, registra a redação do ge.

Leônidas, Ronaldo e Klose ficam para trás

O peso simbólico do recorde aparece na lista de quem é superado. Leônidas da Silva, o Diamante Negro, tinha oito gols em mata-matas nas Copas de 1934 e 1938. Ronaldo Fenômeno, bicampeão com o Brasil, também somava oito gols eliminatórios entre 1998 e 2006. Ambos veem agora o francês isolado na frente.

“Mbappé deixou os brasileiros Leônidas e Ronaldo Fenômeno para trás e se tornou o jogador que mais vezes balançou as redes adversárias em jogos de mata-mata da Copa do Mundo, com dez gols”, lembra o ge. O feito ecoa no Brasil, país que historicamente mede grandeza de ídolos por desempenho em decisões. A ultrapassagem por um estrangeiro alimenta o debate sobre a distância atual entre o protagonismo de brasileiros e europeus no cenário de seleções.

No ranking geral de gols em Mundiais, a noite em Nova Jersey também redesenha a disputa. Conforme destaca o ge, “Lionel Messi lidera com 19 gols – seis apenas neste Mundial”. Mbappé aparece logo atrás: “Mbappé passou Miroslav Klose e vem logo atrás com 18 gols”. A CNN Brasil reforça: “Mbappé agora ocupa de forma isolada a segunda posição entre os maiores artilheiros da história da competição”.

Miroslav Klose, alemão que por anos liderou a lista, cai para terceiro, com 16 gols em 24 partidas. Messi soma 19 em 29 jogos. Mbappé chega aos 18 em apenas 18 partidas, uma média que alimenta a sensação de que o recorde do argentino pode ser efêmero.

Artilharia de 2026 em disputa aberta

O recorde histórico se cruza com a corrida imediata pela artilharia de 2026. UOL resume o cenário atual: “Mbappé soma seis gols, empatando com Lionel Messi na briga pela artilharia da Copa do Mundo 2026”. Os dois lideram as estatísticas ofensivas do torneio e simbolizam gerações que se encontram talvez pela última vez em um grande palco.

A perseguição, porém, não é exclusiva. O norueguês Erling Haaland aparece logo atrás, com cinco gols. Vini Jr., protagonista da seleção brasileira, tem quatro. O francês Ousmane Dembélé também soma quatro, impulsionado por um hat-trick diante da Noruega. Na linha seguinte surgem nomes como Matheus Cunha, Harry Kane, Jonathan David, Ismaila Sarr, Gakpo, Brobbey, Havertz, Undav e Saibari, todos com três gols.

Mesmo estrelas como Cristiano Ronaldo, com dois gols, e Jude Bellingham, também com dois, correm por fora. Lamine Yamal, apontado como futuro da Espanha, marca apenas uma vez até agora. A tabela de artilheiros mostra uma elite restrita de goleadores concentrada em Mbappé, Messi e Haaland, com brasileiros tentando se firmar nesse topo.

Impacto esportivo, midiático e comercial

O efeito do novo maior artilheiro de mata-matas ultrapassa a linha lateral. A França vê seu camisa 10 consolidado como herói nacional e ativo global. O marketing esportivo encontra no roteiro de recordes uma narrativa pronta: o jovem que desafia o maior jogador da era recente em pleno Mundial.

Para a Argentina, o feito reforça a urgência de aproveitar cada jogo de Messi. O camisa 10 entra em campo sob a sensação de defender um legado ameaçado. A rivalidade entre os dois alimenta coberturas especiais, análises táticas, programas de debate e uma avalanche de dados, gráficos, rankings atualizados a cada rodada.

No Brasil, o tema toca em um ponto sensível. Ídolos como Leônidas e Ronaldo perdem marcas históricas em um momento em que a seleção ainda busca um novo rosto dominante em Mundiais. Ao mesmo tempo, o desempenho de Vini Jr. e Matheus Cunha, com quatro e três gols, sinaliza uma geração capaz de ocupar esse espaço em ciclos futuros.

Plataformas de streaming e emissoras abertas se beneficiam da expectativa renovada a cada jogo de França e Argentina. Casas de apostas ajustam cotações em tempo real, explorando mercados específicos de gols de Mbappé e Messi. Patrocinadores veem seus investimentos valorizar à medida que a narrativa da competição se torna um duelo pessoal entre dois camisas 10.

O que vem pela frente para Mbappé e Messi

Com a segunda fase ainda em andamento, França e Argentina podem disputar até quatro partidas adicionais até a final. Cada jogo passa a ser tratado como capítulo de uma corrida histórica: quem será o artilheiro da Copa 2026 e quem sairá de campo como maior goleador da história dos Mundiais.

Se Mbappé mantiver a média atual, a ultrapassagem sobre Messi parece questão de tempo. O argentino, por sua vez, tenta prolongar o próprio auge estatístico e, possivelmente, encerrar sua trajetória em Mundiais no topo da lista. A continuidade da disputa garante ao torneio um fio condutor claro e poderoso.

Independentemente do desfecho, o cenário de 30 de junho de 2026 já cristaliza uma certeza: Mbappé entra de vez no grupo dos gigantes do futebol de seleções. O número de gols, a frequência em mata-matas e o protagonismo em três edições seguidas reconfiguram o critério pelo qual futuras gerações serão julgadas.

Os próximos dias dirão se o francês encerra este Mundial atrás, empatado ou à frente de Messi no ranking histórico. A única garantia, por enquanto, é que cada chute a gol de ambos carrega um peso que vai além do placar. Vale pedaços da história do futebol.

Quem é o artilheiro da Copa do Mundo 2026 até agora?

Neste momento, Kylian Mbappé e Lionel Messi dividem a artilharia do Mundial 2026, com seis gols cada, segundo atualização de 30 de junho de 2026.

Quantos gols Mbappé tem na história das Copas?

Mbappé soma 18 gols em Mundiais, tornando-se o segundo maior artilheiro da história, a um gol de Lionel Messi, que lidera com 19.

Quem é o maior artilheiro em mata-matas das Copas?

O maior artilheiro em jogos eliminatórios é Kylian Mbappé, com 10 gols em mata-matas, superando Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno, que têm oito cada.

Quem briga pela artilharia da Copa 2026 além de Mbappé e Messi?

Erling Haaland tem cinco gols; Vini Jr. e Ousmane Dembélé somam quatro. Matheus Cunha e outros atacantes aparecem com três gols cada.

 

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