O ex-BBB Nizam Hayek afirma que passou a receber ameaças de morte nas redes sociais após a repercussão da briga entre sua ex-namorada, Aline Mineiro, e o atual companheiro dela, o empresário Nelson Mesquita Neto. Segundo o influenciador, as mensagens começaram a chegar depois que o caso ganhou grande repercussão na internet.
Mesmo sem qualquer participação no episódio, Nizam teve o nome envolvido nas discussões por causa do relacionamento que manteve com Aline no passado. O ex-BBB relata que passou a receber uma série de ataques, xingamentos e mensagens violentas principalmente pelo Instagram.
“Pausa na programação para falar um assunto bem sério: teve o acontecido da Aline Mineiro com o respectivo [namorado] dela ontem (quarta-feira, 29/7) e eu tô recebendo diversas mensagens no meu direct, inclusive ameaças de morte”, afirmou Nizam em seus stories.
A declaração expõe um efeito recorrente em casos que viralizam nas redes sociais: pessoas ligadas aos envolvidos, mesmo sem relação direta com o episódio, acabam arrastadas para a repercussão pública. No caso de Nizam, o antigo relacionamento com Aline foi suficiente para que parte dos internautas o colocasse no centro de uma situação da qual ele afirma não fazer parte.
As mensagens relatadas pelo influenciador levantam novamente o debate sobre os limites da exposição digital e da chamada cultura do cancelamento. Críticas e opiniões divergentes fazem parte do ambiente público, mas ameaças de morte ultrapassam a esfera da manifestação de opinião e podem configurar crime.
O caso também chama atenção para a responsabilidade das plataformas digitais no combate a conteúdos violentos. Para influenciadores e pessoas públicas, episódios como esse mostram como uma polêmica pode atingir não apenas os envolvidos diretamente, mas também familiares, amigos e antigos parceiros.
Enquanto a repercussão da briga entre Aline Mineiro e Nelson Mesquita Neto continua nas redes, Nizam tenta separar sua imagem atual do episódio e reforça que não possui envolvimento com a situação. O ex-BBB agora busca controlar uma narrativa que, segundo ele, foi criada por associações feitas pelos próprios usuários da internet.