O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de São Paulo, denunciou 16 pessoas investigadas na Operação Carbono Oculto por crimes relacionados à adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro.
A denúncia é um novo desdobramento da operação, que investiga uma estrutura criminosa de grande escala no setor de combustíveis. Segundo o Ministério Público, mais de 350 pessoas físicas e jurídicas são alvos da apuração, que também envolve suspeitas de crimes contra a ordem econômica.
Investigação mira esquema no setor de combustíveis
A apuração busca identificar como funcionava a estrutura responsável pela prática dos crimes e o caminho percorrido pelo dinheiro obtido com as atividades ilegais.
Entre as suspeitas investigadas estão a adulteração de combustíveis e a lavagem de dinheiro, além de crimes contra a ordem econômica. A dimensão da investigação levou as autoridades a analisar uma extensa rede de empresas e pessoas relacionadas ao mercado.
A denúncia apresentada pelo GAECO representa uma etapa importante da investigação, mas os denunciados ainda terão direito à defesa e à análise da acusação pela Justiça.
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Operação Carbono Oculto
A Operação Carbono Oculto foi criada para investigar a atuação de grupos que teriam utilizado empresas e estruturas do setor de combustíveis para movimentar recursos de origem ilícita e ocultar patrimônio.
Segundo o Ministério Público, a investigação envolve centenas de alvos, entre pessoas físicas e jurídicas. A atuação dos investigadores também busca identificar eventuais conexões entre diferentes empresas e participantes do esquema.
A ofensiva faz parte da atuação do GAECO contra organizações criminosas que utilizam atividades econômicas aparentemente regulares para movimentar dinheiro e dificultar a identificação da origem dos recursos.
Denúncia agora será analisada pela Justiça
Com a apresentação da denúncia, caberá à Justiça analisar as acusações feitas pelo Ministério Público e decidir se os 16 investigados serão transformados em réus.
Caso a denúncia seja recebida, começa uma nova etapa do processo criminal, na qual os acusados poderão apresentar suas defesas e as provas serão analisadas judicialmente.
O caso continua em investigação para esclarecer a participação dos demais alvos e a extensão do esquema.
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Entenda o contexto
A Operação Carbono Oculto investiga uma estrutura criminosa relacionada ao mercado de combustíveis em São Paulo. Segundo o Ministério Público, mais de 350 pessoas físicas e jurídicas estão entre os alvos da investigação, que apura crimes contra a ordem econômica, adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro.
Nesta etapa, o GAECO apresentou denúncia contra 16 investigados. A denúncia ainda precisa ser analisada pela Justiça, e os acusados têm direito à defesa. As investigações continuam para esclarecer a dimensão do esquema e identificar a participação de outros envolvidos.
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