O cantor Rogério Valença, ex-vocalista da Calcinha Preta, morreu aos 55 anos em Aracaju, Sergipe. A notícia provoca comoção entre familiares, amigos e fãs do forró nordestino. A causa da morte não foi divulgada, em respeito ao pedido da família.
O velório ocorre nesta terça-feira (1º), na capital sergipana, das 8h às 10h, em uma cerimônia reservada.
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Entenda O Que Aconteceu
A morte de Rogério foi confirmada pela banda Raio da Silibrina, grupo com o qual o cantor vinha se apresentando nos últimos anos. Nas redes sociais, os integrantes lamentaram a perda e destacaram a importância do artista para a formação e para a história da banda.
“Ficam a saudade, as lembranças dos momentos vividos e a gratidão por tudo que ele representou. Que Deus conforte o coração de toda a família, amigos e de todos que estão sentindo essa perda.”
O marido do cantor, Edson Monteiro, também publicou uma homenagem. Na despedida, ele falou sobre a relação com Rogério e destacou as lembranças construídas ao lado do companheiro.
“Um dia ainda nos encontraremos. Ficam as lembranças dos melhores dias da minha vida.”
Rogério Valença Marcou A História Da Calcinha Preta
Natural de Garanhuns, em Pernambuco, Rogério Valença construiu a carreira no forró e ganhou projeção nacional ao integrar a Calcinha Preta entre 1998 e 2000.
Durante sua passagem pelo grupo, participou de uma fase importante da banda e ajudou a consolidar o estilo romântico que marcou o forró eletrônico no período.
Entre as músicas associadas à sua trajetória estão “Eterno Amor” e “Louca por Você”, que permanecem ligadas à memória dos fãs daquela formação da banda.
Depois de deixar a Calcinha Preta, Rogério continuou trabalhando no circuito do forró. O cantor também passou pela Caviar com Rapadura e, posteriormente, integrou a Raio da Silibrina.
Cantor Seguiu Na Estrada Após A Calcinha Preta
A saída da Calcinha Preta não encerrou a trajetória de Rogério na música. O cantor permaneceu ligado ao forró e continuou se apresentando em diferentes palcos do Nordeste.
A experiência em bandas de grande circulação fez com que ele mantivesse contato próximo com o público e com músicos que atuam no circuito regional.
Na Raio da Silibrina, Rogério voltou a ocupar espaço de destaque nos palcos. A morte agora deixa uma lacuna na formação do grupo e deve provocar mudanças na agenda de apresentações.
Morte Gera Comoção Entre Fãs Do Forró
A notícia rapidamente repercute entre admiradores do cantor, especialmente aqueles que acompanharam a fase da Calcinha Preta no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000.
Vídeos de apresentações e gravações antigas de Rogério voltam a circular nas redes sociais. Para muitos fãs, a morte representa a perda de uma voz que ajudou a construir uma das fases mais lembradas do forró eletrônico.
A repercussão também alcança músicos e profissionais que trabalharam com o cantor ao longo da carreira. Homenagens devem continuar sendo publicadas nos próximos dias.
Causa Da Morte Não Foi Divulgada
Até o momento, a família não informou a causa da morte de Rogério Valença. A decisão de preservar os detalhes mantém o foco das homenagens na trajetória profissional e na memória do cantor.
A cerimônia de despedida ocorre em Aracaju, onde familiares, amigos e pessoas próximas prestam as últimas homenagens ao artista.
A Raio da Silibrina também deverá avaliar os próximos compromissos após a perda de um de seus integrantes. Mudanças na agenda e eventuais tributos ao cantor podem ser anunciados posteriormente.
Legado De Rogério Permanece No Forró
Rogério Valença deixa uma trajetória marcada pela estrada, pelos palcos e por diferentes fases do forró nordestino. Sua passagem pela Calcinha Preta o colocou entre as vozes lembradas pelos fãs do gênero, enquanto os trabalhos posteriores mantiveram sua ligação com a música regional.
Mais de duas décadas depois de deixar a banda, o cantor ainda era lembrado por gravações daquele período. A morte, aos 55 anos, encerra sua trajetória profissional, mas não apaga o repertório que continua sendo ouvido por diferentes gerações.
Entenda O Contexto
O forró eletrônico ganhou grande projeção nacional entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, período em que bandas como a Calcinha Preta ampliaram o alcance do gênero para além do Nordeste. Rogério Valença fez parte dessa transformação e passou por diferentes grupos ao longo da carreira.
Sua trajetória acompanhou uma época de forte expansão do mercado de shows, com bandas percorrendo o país e ajudando a popularizar o forró romântico. Após sua passagem pela Calcinha Preta, o cantor continuou trabalhando na música e manteve presença nos palcos até os últimos anos.
A morte em Aracaju encerra uma carreira construída durante décadas, deixando para fãs e colegas as gravações, apresentações e lembranças de um dos períodos mais marcantes do forró eletrônico.
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