Bebê de 1 ano e 3 meses morre com lesões pelo corpo; padrasto é preso no Pará

Criança chegou a ser socorrida, mas não resistiu; polícia investiga suspeita de agressões e prendeu o companheiro da mãe da vítima.
Redação NC News
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Uma bebê de 1 ano e 3 meses morreu após dar entrada em uma unidade de saúde com diversas lesões pelo corpo no município de Colares, no nordeste do Pará. O caso ocorreu nesta semana e levou à prisão do padrasto da criança, apontado como principal suspeito pelas autoridades.

Segundo as informações da investigação, a menina foi levada para atendimento médico, mas não resistiu. Profissionais de saúde identificaram sinais de violência física e acionaram a polícia, que iniciou os procedimentos para apurar as circunstâncias da morte.

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Entenda o que aconteceu

De acordo com a Polícia Civil, os indícios encontrados durante a apuração levantaram a suspeita de que a criança tenha sido vítima de agressões. O corpo apresentava marcas e lesões consideradas incompatíveis com acidentes domésticos comuns, o que motivou a abertura de inquérito para investigar o caso.

Após as primeiras diligências e coleta de depoimentos, os investigadores solicitaram medidas para aprofundar a apuração e identificar a dinâmica dos fatos.

Padrasto foi preso durante a investigação

O padrasto da criança foi preso e passou a ser investigado pela morte da bebê. A polícia informou que trabalha para esclarecer o que ocorreu nas horas que antecederam o atendimento médico da vítima.

As autoridades também analisam depoimentos de familiares, testemunhas e documentos periciais que possam ajudar a determinar a causa da morte e eventual responsabilidade criminal dos envolvidos.

Perícias devem ajudar a esclarecer o caso

Exames periciais foram solicitados para confirmar a origem das lesões identificadas no corpo da criança. Os laudos devem ser fundamentais para a conclusão do inquérito policial.

A investigação busca estabelecer quando os ferimentos ocorreram e se houve episódios anteriores de violência contra a vítima.

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O que acontece agora

Com a prisão do suspeito, a Polícia Civil segue reunindo provas para concluir o inquérito. O caso também deve ser acompanhado pelo Ministério Público, que poderá avaliar eventual apresentação de denúncia após a conclusão das investigações.

Até o momento, as autoridades tratam o caso como uma investigação em andamento e aguardam o resultado dos exames periciais para definir todos os enquadramentos criminais cabíveis.

 Entenda o contexto

Casos de violência contra crianças e adolescentes exigem comunicação imediata às autoridades. No Brasil, denúncias podem ser feitas por meio do Disque 100, dos Conselhos Tutelares e das forças de segurança.

Especialistas destacam que marcas de agressão, mudanças bruscas de comportamento e sinais recorrentes de violência devem ser comunicados para que medidas de proteção sejam adotadas o mais rápido possível.

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