O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou, neste sábado (19), os vencedores da edição de 2026. A cerimônia de encerramento aconteceu no Cine Brasília, no Distrito Federal, depois de nove dias de programação que reuniram mais de 30 mil espectadores.
O principal prêmio da Mostra Competitiva Nacional ficou com “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, de André Novais Oliveira. O longa também venceu nas categorias de Melhor Roteiro e Melhor Figurino e recebeu uma menção honrosa para os protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira.
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Entenda o que aconteceu
A premiação reuniu produções de diferentes formatos e estilos do cinema brasileiro. Além da Mostra Competitiva Nacional, o festival também premiou filmes das mostras Brasília e Caleidoscópio.
Apesar de “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” ter recebido o principal troféu, “Pequenas Tragédias”, de Daniel Nolasco, foi o filme que acumulou mais prêmios na noite. A produção venceu nas categorias de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Guilherme Théo. O longa também recebeu o Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem.
“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” leva o principal prêmio
Dirigido por André Novais Oliveira, “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” foi escolhido pelo júri oficial como Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva Nacional.
O reconhecimento marcou a segunda vitória de Novais Oliveira no principal prêmio do festival. O diretor já havia conquistado o troféu com “Temporada”, em 2018.
O filme também levou os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Figurino. Os protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira receberam ainda uma menção honrosa do júri.
“Pequenas Tragédias” concentra prêmios técnicos
Embora não tenha levado o prêmio de Melhor Longa-Metragem, “Pequenas Tragédias” foi a produção mais premiada da noite na competição nacional.
Daniel Nolasco venceu como Melhor Diretor. O filme também levou os troféus de Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora, além do prêmio de Melhor Ator para Guilherme Théo. A Abraccine também escolheu a produção como Melhor Longa-Metragem.
Na categoria de Melhor Atriz, o prêmio ficou com Martha Nowill, por “Privadas de Suas Vidas”, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner.
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Público escolhe “Tudo é Tempo”
O vencedor pelo Júri Popular foi diferente da escolha do júri oficial.
O público escolheu “Tudo é Tempo”, documentário dirigido por Marcos Guttmann, como Melhor Longa-Metragem da Competitiva Nacional. A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri, o Troféu Saruê, concedido pela equipe do Correio Braziliense, além de um prêmio de R$ 30 mil oferecido pela Petrobras.
Outro destaque foi “Ana, En Passant”, animação de Fernanda Salgado, vencedora do Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Filme Longa-Metragem.
“Cana” vence entre os curtas
Na competição de curtas-metragens, “Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, recebeu o prêmio de Melhor Curta-Metragem pelo júri oficial.
A produção também venceu em Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Gerin Black, além de receber os prêmios Abraccine de Melhor Curta-Metragem e Canal Brasil.
“Fundura”, de Catapreta, venceu nas categorias de Melhor Direção, Melhor Edição de Som e Melhor Direção de Arte. Já “Gastronomia do Olho”, de Nicolau, recebeu os prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Roteiro.
O Júri Popular escolheu “Lagoa do Abandono”, de Diego Maia, como seu filme preferido entre os curtas.
Mostra Brasília também anuncia vencedores
Na Mostra Brasília, o longa “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça, foi escolhido como Melhor Longa-Metragem tanto pelo júri oficial quanto pelo júri popular.
A mostra distribuiu R$ 298 mil em prêmios por meio do 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal. Entre os curtas, “Dora”, de Murilo Abreu, recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo júri oficial, enquanto “Hacker Leonilia” foi escolhido pelo júri popular.
“Os Fantasmas Gentis” vence a Mostra Caleidoscópio
Na Mostra Caleidoscópio, o Troféu Candango de Melhor Filme foi entregue a “Os Fantasmas Gentis”, de Caetano Gotardo.
A mostra teve avaliação de um júri internacional em parceria com a Federação Internacional de Críticos de Cinema. Já o Júri Jovem da Universidade de Brasília escolheu “Mulheres do Bando”, de Thamires Vieira, para receber o Prêmio Jean Claude Bernardet.
Entenda o contexto
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua 59ª edição neste sábado (19), após nove dias de programação no Distrito Federal.
A edição reuniu produções de diferentes formatos e regiões e teve mais de 30 mil espectadores. Entre os destaques da premiação estiveram “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, vencedor do principal prêmio da competição nacional, “Pequenas Tragédias”, que acumulou o maior número de troféus na noite, e “Tudo é Tempo”, escolhido pelo público como melhor longa da mostra competitiva.
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