O Governo do Rio de Janeiro, o BNDES e a Coppe/UFRJ assinaram um acordo de cooperação técnica para estudar a expansão da rede de metrô do estado. A parceria prevê análises para ampliar as linhas 2 e 4 e avaliar a implantação da Linha 3, projeto que pode conectar o Rio de Janeiro a Niterói e São Gonçalo.
O acordo firmado nesta sexta-feira (25) não significa o início imediato das obras. A etapa atual será dedicada aos estudos técnicos, com avaliação de trajetos, demanda de passageiros, custos, impactos ambientais e condições de execução dos projetos.
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Projetos avaliam novas ligações para o transporte do Rio
Entre as propostas analisadas está a extensão da Linha 2 entre Estácio e Praça XV, no Centro do Rio. O projeto busca ampliar a integração da rede metroviária e criar uma nova conexão para passageiros que circulam pela região central.
A Linha 4 também está incluída nos estudos, com possibilidade de expansão a partir do Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, em direção ao Terminal Alvorada e ao Recreio dos Bandeirantes.
Linha 3 é considerada um dos principais projetos
A criação da Linha 3 prevê uma ligação metroviária entre a capital e municípios da Região Metropolitana, como Niterói e São Gonçalo. Os estudos analisam alternativas de traçado e as características técnicas das áreas que poderão ser atendidas.
A Coppe/UFRJ já desenvolve análises relacionadas ao projeto, que devem servir como base para futuras decisões sobre a implantação da nova linha.
Estudos vão definir viabilidade antes das obras
Segundo os órgãos envolvidos, a parceria tem como objetivo reunir informações técnicas para orientar decisões futuras. Entre os pontos avaliados estão investimentos necessários, integração do transporte público e impactos socioeconômicos nas regiões atendidas.
Entenda o contexto
A expansão do metrô do Rio é discutida há anos como uma alternativa para melhorar a mobilidade na Região Metropolitana. A Linha 3, especialmente, é um projeto planejado há décadas para criar uma ligação entre os municípios do outro lado da Baía de Guanabara e a capital.
Neste momento, porém, todos os projetos estão em fase de estudo e ainda dependem de análises técnicas antes de qualquer definição sobre obras ou cronogramas.
Próximos passos
Após a conclusão dos estudos, os órgãos envolvidos poderão avaliar quais projetos têm condições de avançar, além dos custos e dos modelos necessários para uma possível implantação.