Iniciou nesta terça-feira (24) o processo judicial contra a advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial. A audiência acontece na 37ª Vara Criminal da capital fluminense.
O caso ganhou repercussão após denúncias envolvendo ofensas racistas em um bar da zona sul da cidade.
Acusações envolvem ofensas e gestos racistas em Ipanema
De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro, a ré teria dirigido palavras ofensivas a um funcionário do estabelecimento, além de realizar gestos considerados racistas.
A investigação aponta que a vítima foi alvo de xingamentos com conotação discriminatória, incluindo termos comparativos a macacos.
Prisão e monitoramento fazem parte do histórico do caso
Após o episódio, Agostina Páez chegou a ser detida no início de fevereiro, mas acabou liberada no mesmo dia.
Desde então, ela permanece no Brasil sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica enquanto responde ao processo.
Justiça analisa provas e ouvirá testemunhas
A fase atual do processo prevê a coleta de depoimentos e análise das evidências reunidas durante a investigação.
A decisão final dependerá da avaliação do conjunto de provas apresentadas ao longo da instrução.
Caso repercute e reacende debate sobre racismo
O episódio gerou ampla repercussão e levantou discussões sobre crimes de injúria racial no país, especialmente em ambientes públicos e turísticos.
A expectativa é que o andamento do julgamento traga novos desdobramentos sobre o caso.