Gabriel Ribeiro da Silva dos Santos, conhecido como Sagat, apontado pelas autoridades como um dos envolvidos no ataque a tiros contra uma base da Polícia Militar Ambiental em agosto, morreu durante um confronto com policiais no Guarujá, na Baixada Santista. A ocorrência foi registrada na noite de terça-feira (29).
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), equipes do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) foram até o Jardim Guaiuba após receberem uma denúncia sobre uma reunião de pessoas supostamente ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com a versão apresentada pela SSP, os suspeitos tentaram fugir com a chegada dos policiais e houve confronto. Sagat morreu durante a ocorrência. Outros dois homens, de 23 e 37 anos, foram presos porque tinham mandados de prisão em aberto.
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Suspeito era investigado por ataque contra base da PM
Gabriel era apontado por autoridades do litoral paulista como uma das lideranças do PCC no Guarujá e teria atuação em três bairros do município, entre eles Santa Rosa.
Segundo as investigações, ele teria participado do ataque contra uma base da Polícia Militar Ambiental ocorrido em 14 de agosto, quando criminosos efetuaram diversos disparos contra o imóvel.
Nenhum policial ou suspeito ficou ferido naquela ocasião. A apuração policial trabalha com a hipótese de que o ataque tenha ocorrido como represália pela morte de um suspeito e pela retirada de barricadas instaladas na comunidade.
Denúncia levou Baep até o Jardim Guaiuba
As equipes do Baep foram até a região após receberem informações sobre uma possível reunião de integrantes da organização criminosa.
“Com a chegada das equipes, os suspeitos tentaram fugir e houve confronto.”
A informação consta em nota divulgada pela Secretaria da Segurança Pública sobre a ocorrência.
Além da morte de Gabriel, dois homens foram detidos. Segundo a SSP, ambos possuíam mandados de prisão em aberto e foram encaminhados à Delegacia de Guarujá.
Armas foram encaminhadas para perícia
As armas envolvidas na ocorrência foram apreendidas e encaminhadas para análise pericial.
As polícias Civil e Militar investigam as circunstâncias do confronto. As diligências continuam para esclarecer a sequência dos acontecimentos e a atuação das pessoas envolvidas.
A participação de Gabriel no ataque contra a base da Polícia Militar também fazia parte de investigação das autoridades do litoral paulista.