Homem é preso no DF suspeito de ameaçar mulheres, cometer injúria racial e extorquir vítimas

Investigado exigiu R$ 500 de uma mulher para interromper as importunações e já responde por suspeitas de crimes semelhantes em outras 27 ocorrências, segundo a PCDF
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Um homem de 30 anos foi preso preventivamente nesta segunda-feira (19/10), no Paranoá, suspeito de ameaçar de morte, cometer injúria racial e extorquir mulheres no Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil (PCDF), ele exigiu R$ 500 para interromper as importunações e ameaçou matar a mãe de uma das vítimas caso não recebesse o dinheiro.

A investigação começou após a mulher procurar a 2ª Delegacia de Polícia para registrar ocorrência, em 25 de julho. Ela contou que conheceu o suspeito em um aplicativo de relacionamento e passou a conversar com ele pelo WhatsApp. Depois que decidiu encerrar o contato, começou a receber mensagens de diferentes números, com ofensas racistas e ameaças.

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Suspeito monitorava redes sociais da vítima

De acordo com a PCDF, o investigado acompanhava as publicações da mulher nas redes sociais e usava essas informações para intensificar as intimidações. Em 25 de julho, após ver uma publicação dela em um samba, enviou a mensagem:

“10 minutos estarei chegando ao destino”.

Em outra mensagem, escreveu:

“Sua macumba não vai salvar tua VIDA”.

Segundo os investigadores, as ameaças foram acompanhadas da exigência de R$ 500 via Pix para que ele deixasse de importunar a vítima.

Homem já era investigado em outros 27 procedimentos

Segundo a Polícia Civil, o homem já figurava como investigado em outros 27 procedimentos policiais por condutas semelhantes. Os novos crimes teriam sido cometidos enquanto ele respondia em liberdade provisória.

A corporação informou que reuniu elementos relacionados aos números de telefone usados nas mensagens e aos contatos mantidos com a vítima. Com base nas apurações, foi expedido mandado de prisão preventiva pela 2ª Vara Criminal de Brasília.

O suspeito foi localizado na própria residência, no Paranoá, e encaminhado às autoridades responsáveis. As acusações ainda serão apuradas no âmbito da Justiça.

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