Deolane está presa preventivamente desde o último dia 21 de maio, após ser alvo da Operação Vérnix, investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e ligação com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). A operação também teve como alvo Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como líder da facção criminosa.
De acordo com a investigação, empresas e movimentações financeiras ligadas à influenciadora teriam sido usadas para ocultar a origem de valores supostamente relacionados ao crime organizado. A Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 327 milhões em bens e ativos dos investigados, além da apreensão de carros de luxo e imóveis.
A decisão de permanecer em silêncio chamou atenção porque, anteriormente, a defesa de Deolane havia criticado o fato de ela ainda não ter sido ouvida formalmente pelas autoridades durante o andamento das investigações.
Em manifestações recentes, os advogados da influenciadora negaram qualquer envolvimento dela com o PCC e afirmaram que os valores investigados seriam referentes a honorários advocatícios recebidos legalmente durante sua atuação profissional.