iPhone 19 Pro Max terá câmera e bateria turbinadas e preço sobe US$ 200

Novo iPhone traz avanços em câmera e bateria, mas com aumento significativo no preço.
Redação NC News
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Documentos internos atribuídos à cadeia de produção da Apple colocaram o iPhone 18 Pro Max no centro das atenções antes mesmo do lançamento oficial. Um ataque hacker à fabricante indiana Tata Electronics, uma das fornecedoras da empresa, resultou no vazamento de centenas de gigabytes de arquivos confidenciais que revelam detalhes importantes do próximo celular premium da marca.

Os documentos, divulgados pelo grupo de ransomware World Leaks, indicam mudanças significativas na câmera, na bateria e no processador do aparelho. Ao mesmo tempo, apontam que o novo modelo deve chegar às lojas mais caro, com um aumento estimado de cerca de US$ 200 (aproximadamente R$ 1.025) em relação ao antecessor.

Se as informações forem confirmadas, o iPhone 18 Pro Max será apresentado no dia 8 de setembro, durante o tradicional evento anual da Apple.

Ataque hacker expôs documentos da cadeia de produção

O vazamento começou após um ataque cibernético contra a Tata Electronics, empresa responsável por fabricar componentes para a Apple na Índia.

Embora as autoridades indianas tenham afirmado, inicialmente, que nenhuma informação considerada crítica havia sido comprometida, os hackers publicaram cerca de 630 GB de documentos internos na dark web.

Entre planilhas, relatórios técnicos e arquivos de engenharia, um chamou especialmente a atenção dos especialistas: um documento de diagnóstico do sistema responsável pelo processamento das imagens da câmera do novo iPhone.

Foi esse arquivo que revelou as principais mudanças previstas para o modelo.

Câmera promete fotografias melhores em qualquer ambiente
Segundo os documentos, a principal novidade estará na câmera traseira.

O iPhone 18 Pro Max deve abandonar o sensor utilizado na geração atual para adotar o Sony IMX905, equipado com um sistema de abertura variável.

Na prática, isso significa que a câmera poderá controlar automaticamente a quantidade de luz que entra no sensor, adaptando-se melhor a diferentes situações.

Em ambientes escuros, por exemplo, o sistema poderá captar mais luz e produzir imagens mais claras e com menos ruído. Já em locais muito iluminados, a abertura diminui para evitar excesso de brilho e melhorar a definição das fotos.

O recurso também promete oferecer um controle maior sobre o efeito de desfoque do fundo, aproximando a experiência da fotografia profissional.

Apesar dessa mudança, os documentos indicam que as demais câmeras do aparelho devem permanecer praticamente iguais às do iPhone 17 Pro Max.

Bateria pode ser a maior já usada em um iPhone
Outra novidade que aparece nos documentos é o aumento da bateria.

A versão vendida nos Estados Unidos deve contar com aproximadamente 5.500 mAh, tornando-se a bateria de maior capacidade já utilizada em um smartphone da Apple.

O ganho seria possível porque o modelo americano continuará utilizando apenas eSIM, sem a tradicional bandeja para chip físico. O espaço economizado dentro do aparelho seria ocupado por uma bateria maior.

Nos países que ainda utilizam nano-SIM, a expectativa é que a capacidade fique em torno de 5.235 mAh.

Caso os números sejam confirmados, o novo iPhone deve oferecer uma autonomia superior à da geração atual, um dos pontos mais cobrados pelos usuários.

Novo chip promete mais desempenho e menor consumo
Os documentos também reforçam rumores sobre a chegada do A20 Pro, processador produzido com tecnologia de 2 nanômetros.

Essa arquitetura permite reunir mais transistores em um espaço menor, aumentando a potência do aparelho sem elevar o consumo de energia.

Na prática, isso deve resultar em aplicativos mais rápidos, jogos mais pesados funcionando com maior estabilidade, edição de vídeos mais eficiente e uma bateria que dura mais mesmo em tarefas exigentes.

Evolução pode pesar no bolso
Toda essa evolução tecnológica, porém, deve vir acompanhada de um preço mais alto.

As informações vazadas apontam que o iPhone 18 Pro Max poderá custar cerca de US$ 200 a mais do que o modelo atual.

O aumento estaria relacionado principalmente ao custo de produção do novo conjunto de câmeras, da memória e dos componentes internos.

Se confirmado, esse reajuste poderá tornar o aparelho um dos smartphones mais caros já lançados pela Apple.

Apple ainda não comentou o vazamento

Até o momento, a Apple não se pronunciou oficialmente sobre os documentos divulgados após o ataque hacker.

Também não há confirmação de que todas as especificações presentes nos arquivos serão mantidas na versão final do aparelho.

Mesmo assim, o vazamento reforça a expectativa para o evento de setembro, quando a empresa deve apresentar oficialmente a linha iPhone 18.

Até lá, consumidores e especialistas seguem acompanhando novos rumores para descobrir se as informações reveladas agora realmente correspondem ao próximo grande lançamento da Apple.

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