A embarcação fazia a travessia entre Georgetown, capital da Guiana, e Port Kaituma, no noroeste do país, quando começou a embarcar água e afundou a cerca de 11 quilômetros da costa. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas pelas autoridades.
Número de passageiros foi revisado
Logo após o naufrágio, o governo informou que 133 pessoas estavam a bordo. No entanto, após a conferência de registros e os relatos dos sobreviventes, o total foi corrigido para 179 ocupantes.

A diferença chamou a atenção das autoridades e levou à abertura de uma investigação para apurar possíveis irregularidades no controle de embarque. Segundo o governo, parte dos passageiros não constava no manifesto oficial da embarcação.
Buscas continuam
As operações de resgate mobilizam embarcações, mergulhadores e equipes especializadas da Guiana, com apoio da Guiana Francesa. O casco da balsa já foi localizado no fundo do mar, e os trabalhos agora se concentram na recuperação das vítimas e na localização dos desaparecidos.
Familiares acompanham a operação com expectativa por novas informações, enquanto o governo promete esclarecer as causas da tragédia e identificar eventuais responsabilidades.
Investigação
As autoridades trabalham para determinar o que provocou o naufrágio. Entre as hipóteses analisadas estão uma possível falha mecânica, problemas operacionais e irregularidades no transporte de passageiros.
O caso também reacendeu o debate sobre a fiscalização das embarcações e os protocolos de segurança no transporte marítimo do país, especialmente em rotas que ligam comunidades afastadas da capital.