O bombeiro militar Mauro Alves dos Santos Ricardo, de 48 anos, foi exonerado da Casa Militar do Distrito Federal após se envolver em uma discussão dentro de uma academia em Águas Claras (DF), onde acabou sacando uma arma durante um desentendimento com um policial. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na sexta-feira (25).
O caso ganhou repercussão poucos dias após o episódio, principalmente porque Mauro integrava a equipe responsável pela segurança externa da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Antes mesmo da exoneração, ele já havia sido afastado da função por determinação da governadora.

O que aconteceu dentro da academia?
Segundo as informações divulgadas até o momento, Mauro Alves se envolveu em uma discussão com um policial dentro de uma academia localizada em Águas Claras. Durante o desentendimento, ele foi flagrado sacando uma arma de fogo.
As circunstâncias que deram início à discussão ainda não foram detalhadas oficialmente pelas autoridades, mas a repercussão do episódio levou o Governo do Distrito Federal a agir rapidamente.
A ocorrência passou a ser analisada administrativamente e resultou, primeiro, no afastamento do militar da equipe de segurança da governadora e, posteriormente, em sua exoneração do cargo comissionado que ocupava na Casa Militar.
Qual era a função do militar na Casa Militar?
Mauro Alves estava cedido à Casa Militar do Distrito Federal, órgão responsável por atividades ligadas à segurança institucional do governo.
Conforme informações oficiais, ele exercia a função de segurança de instalações e também integrava a equipe encarregada da segurança externa da governadora Celina Leão.
Embora tenha perdido o cargo na Casa Militar, a exoneração se refere à função que ocupava no governo. Eventuais medidas disciplinares relacionadas à carreira militar seguem procedimentos próprios da corporação.
Governo reagiu poucos dias após o episódio
A governadora Celina Leão determinou o afastamento do bombeiro logo após tomar conhecimento do caso.
Dias depois, a exoneração foi oficializada por meio de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, encerrando sua atuação na estrutura da Casa Militar.
A rapidez da decisão demonstra a preocupação do governo em preservar a imagem e a credibilidade da equipe responsável pela segurança institucional do Executivo distrital.
Defesa ainda não se pronunciou
Até a publicação desta reportagem, a defesa de Mauro Alves dos Santos Ricardo não havia se manifestado sobre o episódio nem sobre a exoneração.
Caso haja posicionamento posterior, esta matéria será atualizada.
Entenda o contexto
O caso começou após o bombeiro militar Mauro Alves dos Santos Ricardo se envolver em uma discussão dentro de uma academia em Águas Claras, no Distrito Federal. Durante o desentendimento, ele foi flagrado sacando uma arma de fogo.
Na época, Mauro fazia parte da equipe responsável pela segurança da governadora Celina Leão. Diante da repercussão, ele foi afastado da função e, poucos dias depois, exonerado da Casa Militar.
O episódio ainda pode gerar desdobramentos administrativos e disciplinares, dependendo das apurações conduzidas pelos órgãos competentes.