Um menino de 4 anos morreu após ficar com a cabeça presa no vidro elétrico de um carro, em Promissão, no interior de São Paulo. O caso aconteceu no domingo (6), no bairro Santa Maria do Gurupá, e é investigado pela Polícia Civil.
A vítima foi identificada como Pedro Henrique da Silva de Sena. Segundo informações preliminares, o menino estava sozinho dentro do veículo enquanto o pai, de 41 anos, havia saído para jogar futebol.
A principal hipótese investigada pelas autoridades é que a própria criança tenha acionado o mecanismo elétrico do vidro, que acabou fechando sobre a cabeça dela. A dinâmica, porém, ainda será esclarecida pela investigação e pelos exames periciais.
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Testemunhas que estavam próximas quebraram o vidro do veículo na tentativa de socorrer o menino. Pedro Henrique foi levado ao Hospital Geral de Promissão, mas já chegou à unidade sem vida.
Polícia investiga o caso
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a perícia foi acionada e que exames foram solicitados ao Instituto Médico-Legal (IML).
Testemunhas também deverão ser ouvidas para ajudar a esclarecer como a criança ficou presa ao vidro e quais foram as circunstâncias que antecederam a morte.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Lins como morte suspeita e abandono de incapaz. A Polícia Civil realiza diligências para esclarecer a ocorrência.
Prefeitura lamenta morte
A Prefeitura de Promissão publicou uma nota de pesar após a morte da criança e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
A administração municipal classificou o episódio como uma perda dolorosa para a comunidade.
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Entenda o contexto
A investigação ainda precisa esclarecer exatamente como ocorreu o acidente e se houve eventual responsabilidade relacionada ao fato de a criança estar sozinha dentro do veículo.
A hipótese de que o menino tenha acionado o vidro elétrico é considerada pelos investigadores neste momento, mas não está conclusivamente comprovada. Os laudos periciais e os depoimentos devem ajudar a Polícia Civil a reconstruir a dinâmica da morte.
O caso também chama atenção para os riscos de deixar crianças sem supervisão dentro de veículos, mesmo por períodos curtos, devido à possibilidade de acionamento de equipamentos e outros mecanismos do automóvel.
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