Um homem foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) suspeito de utilizar cartões clonados para comprar 216 garrafas de cerveja em estabelecimentos comerciais da capital federal. A investigação aponta que o suspeito realizou diversas compras fraudulentas utilizando dados bancários de terceiros.
Segundo a corporação, a ação causou prejuízos às vítimas e aos comerciantes envolvidos. Os policiais conseguiram identificar o suspeito após apuração que reuniu imagens de segurança, registros das transações e outras provas que ligaram o homem ao esquema.
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Entenda o que aconteceu
De acordo com a investigação, o suspeito utilizava cartões clonados para adquirir grandes quantidades de bebidas alcoólicas. Em uma das ações identificadas pela polícia, foram compradas 216 garrafas de cerveja, o que chamou a atenção dos investigadores pelo volume incomum da aquisição.
As autoridades apuram como os dados bancários foram obtidos e se há participação de outras pessoas no esquema. A suspeita é de que o homem não atuasse sozinho, hipótese que segue sob investigação.
Como a polícia chegou ao suspeito
Os investigadores rastrearam as compras realizadas com os cartões clonados e reuniram elementos que permitiram identificar o responsável pelas transações. A prisão foi efetuada após a coleta de provas consideradas suficientes para apontar a participação do suspeito nas fraudes.
Além das compras de bebidas, a polícia verifica se o homem realizou outras aquisições utilizando o mesmo método criminoso.
Investigação continua
A PCDF busca agora identificar possíveis comparsas e descobrir a origem dos dados bancários utilizados nas compras fraudulentas. Dependendo do avanço das investigações, novas prisões não estão descartadas.
A orientação das autoridades é que consumidores acompanhem regularmente suas movimentações bancárias, ativem alertas de transações e comuniquem imediatamente qualquer compra suspeita às instituições financeiras.
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Entenda o contexto
Os golpes envolvendo cartões clonados continuam entre as fraudes financeiras mais recorrentes no país. Criminosos utilizam diferentes métodos para obter dados bancários, desde dispositivos instalados em máquinas de pagamento até vazamentos de informações e golpes virtuais.
Após obter os dados, os suspeitos realizam compras, saques ou transferências sem autorização dos titulares das contas. Em muitos casos, as vítimas só percebem a fraude ao consultar o extrato bancário ou receber notificações de movimentações não reconhecidas.
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