Quadrilha é presa por furto de celulares durante o Rock in Rio

Quatro suspeitos de Belém, no Pará, fingiam ser frequentadores do festival e agiam em conjunto; aparelhos foram recuperados e devolvidos às vítimas
Redação NC News
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Quatro integrantes de uma quadrilha suspeita de furtar celulares durante o Rock in Rio foram presos em flagrante pela Polícia Civil do Rio de Janeiro na sexta-feira (11).

Segundo a corporação, os suspeitos fingiam ser frequentadores do festival e agiam de forma coordenada para retirar os aparelhos das vítimas. Os quatro são de Belém, no Pará, e, de acordo com as investigações, teriam se especializado em crimes contra o patrimônio durante grandes eventos.

Os suspeitos foram autuados por furto qualificado e associação criminosa. Os celulares foram recuperados pela polícia e, em menos de uma hora, devolvidos aos donos.

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Entenda o que aconteceu

A prisão ocorreu a partir de um trabalho de inteligência realizado por equipes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e da 16ª DP (Barra da Tijuca).

Os investigadores identificaram a atuação do grupo dentro do festival e conseguiram acompanhar a movimentação dos suspeitos. A estratégia permitiu que os policiais agissem durante a ocorrência e recuperassem os celulares.

Suspeitos fingiam ser frequentadores

De acordo com a Polícia Civil, os integrantes da quadrilha se misturavam ao público para cometer os furtos.

A investigação aponta que o grupo atuava de maneira coordenada, com os suspeitos se passando por frequentadores comuns do Rock in Rio para se aproximar das vítimas e subtrair os aparelhos.

Segundo a corporação, os presos vieram de Belém e tinham como prática a atuação em grandes eventos, onde a concentração de pessoas facilita a ação de criminosos especializados em furtos.

Celulares foram devolvidos em menos de uma hora

Após a prisão, os aparelhos levados pelos suspeitos foram recuperados pelos policiais.

Segundo a Polícia Civil, os celulares foram identificados e devolvidos às vítimas em menos de uma hora, reduzindo o prejuízo causado pelos furtos.

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Polícia Civil mantém agentes à paisana no festival

A ação fez parte do trabalho do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Nupatri), criado para reforçar o combate a crimes patrimoniais durante eventos com grande concentração de público.

Policiais à paisana são posicionados entre os frequentadores para identificar suspeitos e agir de maneira estratégica. O trabalho tem como foco principalmente ocorrências envolvendo furtos e receptação de celulares.

Entenda o contexto

Grandes festivais e eventos costumam reunir milhares de pessoas em espaços com intensa movimentação, o que pode ser aproveitado por grupos especializados em furtos de celulares.

Por isso, a Polícia Civil mantém equipes de inteligência e agentes à paisana em eventos de grande porte no estado. No caso do Rock in Rio, a estratégia permitiu identificar os suspeitos, realizar a prisão em flagrante e recuperar os aparelhos.

Os quatro presos responderão pelos crimes atribuídos a eles, e a investigação poderá avançar para identificar outras pessoas eventualmente envolvidas no esquema.

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