A influenciadora digital Evellyn Lima Dantas, de 46 anos, foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16), em Mãe do Rio, no nordeste do Pará. O crime aconteceu dentro da casa onde ela morava, no bairro São Francisco.
Evellyn estava em liberdade provisória e era investigada pela morte do sargento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves, assassinado em julho deste ano. A Polícia Civil agora investiga a autoria e a motivação do assassinato da influenciadora.
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Entenda o que aconteceu
Segundo informações divulgadas sobre o caso, dois homens invadiram a residência de Evellyn durante a madrugada. Testemunhas relataram que a vítima teria sido retirada de dentro da casa e levada até a parte da frente do imóvel.
Os criminosos efetuaram os disparos e fugiram. Moradores acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem os tiros.
A Polícia Civil iniciou diligências para identificar os responsáveis pelo crime e esclarecer a motivação do assassinato.
Influenciadora estava em liberdade provisória
Evellyn havia deixado a prisão recentemente e respondia em liberdade provisória pela investigação sobre a morte do sargento Antônio Anildo Alves.
O policial foi assassinado em julho deste ano, dentro de um supermercado em Mãe do Rio. Durante as investigações, outras quatro pessoas também foram presas.
Evellyn também havia sido autuada em flagrante por tráfico de drogas durante a operação relacionada ao caso. Segundo a polícia, foram apreendidas porções de maconha e cocaína, além de dois carregadores de arma de fogo.
Morte do sargento aconteceu em julho
O sargento Antônio Anildo Alves foi morto dentro de um supermercado de Mãe do Rio.
De acordo com a Polícia Civil, quatro homens encapuzados chegaram ao estabelecimento em um carro e atiraram contra o militar. O policial foi atingido na cabeça e morreu.
Após o crime, os suspeitos fugiram. A investigação levou à prisão de pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato, entre elas Evellyn.
Polícia investiga possível relação com facção
Após o assassinato da influenciadora, uma pichação com a sigla “TCP” foi encontrada na fachada da residência.
A sigla é associada ao Terceiro Comando Puro, facção criminosa conhecida por atuação principalmente no Rio de Janeiro. A Polícia Civil, no entanto, ainda investiga se a pichação tem alguma relação com a morte de Evellyn.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria do homicídio ou sobre a motivação do crime.
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Investigação continua
A Polícia Civil informou que investiga a autoria e a motivação do assassinato.
Equipes policiais realizam buscas e diligências para tentar identificar os responsáveis pela execução. Informações sobre o crime podem ser repassadas às autoridades por meio do Disque-Denúncia, pelo número 181.
A investigação deve analisar as circunstâncias da invasão da residência, os disparos e a eventual relação entre o homicídio e outros episódios envolvendo a vítima.
Entenda o contexto
Evellyn Lima Dantas estava sendo investigada pela morte do sargento Antônio Anildo Alves, ocorrida em julho, em Mãe do Rio. Ela havia sido presa durante as investigações, mas estava em liberdade provisória quando foi assassinada.
Agora, o caso mudou de direção: a própria investigada se tornou vítima de um homicídio. A Polícia Civil tenta descobrir quem participou da execução e qual foi a motivação.
A eventual relação entre a morte de Evellyn e a investigação anterior ainda não foi confirmada pelas autoridades. A pichação encontrada na fachada da residência também é analisada pelos investigadores, mas não há confirmação de que tenha ligação com o crime.
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