Virginia tenta registrar nome da filha de 3 anos como marca, mas pedido é negado

Pedido envolvendo Maria Flor foi barrado pelo INPI por já existirem registros anteriores; influenciadora já havia feito outras solicitações com os nomes dos filhos.
Redação NC News
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Virginia Fonseca teve negado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o pedido para registrar o nome da filha Maria Flor, de três anos, como marca. A solicitação foi recusada porque já existiam registros anteriores com o mesmo nome. Segundo informações divulgadas a influenciadora recorreu da decisão, mas não conseguiu reverter o resultado.

O caso faz parte de uma estratégia comercial mais ampla envolvendo os nomes dos filhos de Virginia com o cantor Zé Felipe. De acordo com a publicação, ela já havia protocolado 28 pedidos de registro de marcas no INPI utilizando os nomes das crianças, com o objetivo de obter proteção comercial e impedir que terceiros explorem os nomes em diferentes segmentos.

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Pedido envolvendo Maria Flor foi recusado

O pedido relacionado a Maria Flor não avançou no INPI porque o órgão identificou registros anteriores com o mesmo nome. A decisão impede, neste momento, que Virginia obtenha a exclusividade pretendida sobre a marca.

A tentativa ocorre em meio à utilização comercial dos nomes dos filhos da influenciadora. O registro de marcas pode ser usado para proteger nomes e sinais associados a produtos e serviços, evitando que terceiros obtenham direitos sobre marcas semelhantes ou explorem comercialmente determinada identidade.

A situação de Maria Flor, porém, encontrou um obstáculo porque o nome já aparece em registros anteriores. O recurso apresentado pela influenciadora também não conseguiu alterar o resultado, de acordo com a publicação.

Exposição dos filhos também é citada

A publicação que revelou a negativa do INPI também mencionou críticas à exposição dos filhos de Virginia nas redes sociais. O texto cita ainda uma notificação feita pelo Conselho Tutelar de Goiânia à escola das filhas da influenciadora e de Zé Felipe após denúncias de supostas faltas escolares recorrentes.

A questão do registro de marca, no entanto, é independente das discussões relacionadas à rotina escolar das crianças. O ponto central da decisão do INPI foi a existência de registros anteriores envolvendo o nome Maria Flor.

O caso agora permanece ligado à disputa pelo uso comercial do nome, enquanto os demais registros solicitados por Virginia seguem sujeitos à análise dos órgãos responsáveis.

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