O mercado financeiro brasileiro registrou forte valorização nesta segunda-feira (5), primeiro pregão após o primeiro turno das Eleições 2026. O Ibovespa superou pela primeira vez a marca dos 200 mil pontos e chegou a ultrapassar 209 mil pontos durante a sessão.
O movimento também atingiu o câmbio. O dólar caiu mais de 4% e chegou a ser negociado abaixo de R$ 5, enquanto as taxas dos contratos de juros futuros recuaram. Investidores reavaliaram o cenário político e fiscal após o resultado das urnas.
Dólar cai a R$ 4,95 com Ibovespa recorde em 209 mil pontos hoje
Ibovespa ultrapassa marca inédita
O principal índice da Bolsa brasileira abriu o dia em forte alta e rapidamente ultrapassou os 200 mil pontos. Durante o pregão, o Ibovespa chegou à região dos 209 mil pontos, renovando a máxima histórica.
A movimentação ocorreu após a divulgação do resultado do primeiro turno da eleição presidencial. Agentes do mercado passaram a revisar expectativas sobre o cenário econômico e, principalmente, sobre a condução das contas públicas a partir de 2027.

Dólar cai abaixo de R$ 5
No mercado de câmbio, o dólar também registrou forte oscilação. A moeda americana caiu mais de 4% frente ao real e chegou à faixa de R$ 4,95 durante a sessão.
O movimento levou a cotação para abaixo de R$ 5 pela primeira vez em meses. A valorização do real ocorreu simultaneamente à alta das ações brasileiras e ao recuo das taxas dos juros futuros.
Ações brasileiras avançam
A alta atingiu diferentes setores da Bolsa. Bancos e Petrobras estiveram entre os papéis que acompanharam a valorização do índice durante a sessão.
O movimento, no entanto, não foi uniforme. As ações da Vale operaram em queda durante parte do pregão, na contramão do avanço registrado pelo Ibovespa.
Mercado acompanha segundo turno
A movimentação desta segunda-feira reflete uma reprecificação dos ativos brasileiros após o resultado eleitoral. Analistas e investidores acompanham agora as sinalizações econômicas apresentadas durante a campanha para o segundo turno.
Além do cenário político doméstico, fatores externos, como juros internacionais, desempenho das bolsas no exterior e preços das commodities, continuam entre os elementos que podem influenciar o comportamento dos ativos brasileiros nas próximas sessões.