A ação foi registrada em 8 de outubro de 2026 e tramita na 51ª Vara Cível da Comarca da Capital, no Rio de Janeiro. Além da indenização, a arquiteta solicita que Ferrugem e Thaís publiquem uma retratação em suas redes sociais. Até a última atualização disponível, não havia decisão judicial sobre o mérito das acusações.
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Arquiteta acusa Ferrugem de enviar mensagens ameaçadoras
Segundo a ação apresentada por Millena, o conflito se intensificou após problemas identificados na reforma da mansão do cantor, localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
A profissional afirma que Ferrugem teria enviado mensagens em tom intimidatório em um grupo de WhatsApp utilizado para tratar de assuntos relacionados à obra.
De acordo com o conteúdo atribuído ao cantor e apresentado nas informações sobre o processo, uma das mensagens dizia: “Tô avisando antes. Tô ameaçando vocês. […] Ou desfaz essa merda, ou quando eu chegar aqui na semana que vem, eu vou resolver da pior forma possível”.
A declaração integra as alegações da arquiteta e não representa uma conclusão judicial de que tenha ocorrido ameaça ou qualquer outra irregularidade por parte do artista.
Profissional também relata exposição nas redes sociais
Millena também acusa o casal de utilizar as redes sociais de Thaís Vasconcellos para divulgar conteúdos que, segundo ela, teriam prejudicado sua imagem e reputação profissional.
A arquiteta sustenta que as publicações provocaram exposição negativa e teriam incentivado o envio de mensagens ofensivas por seguidores do casal.
Na ação, ela pede que a retratação seja publicada nas redes sociais dos réus, além do pagamento de R$ 50 mil por danos morais.
As alegações ainda dependem de análise judicial. O pedido de indenização não significa que Ferrugem e Thaís tenham sido condenados ou que a Justiça tenha reconhecido a ocorrência dos danos apontados.
Ferrugem e esposa já haviam processado empresa responsável pela reforma
A nova ação é um desdobramento de uma disputa judicial iniciada em abril de 2026, quando Ferrugem e Thaís Vasconcellos processaram a empresa Millena Miranda Arquitetura Ltda., responsável por serviços relacionados à reforma da residência.
Naquele processo, o casal alegou atrasos na entrega da obra, problemas de execução e irregularidades que teriam comprometido as condições de segurança do imóvel.
Segundo os argumentos apresentados pelo cantor e pela esposa, a reforma teria acumulado aproximadamente um ano e meio de atraso. O casal também afirmou ter desembolsado cerca de R$ 3,5 milhões pelos serviços contratados.
Ferrugem e Thaís sustentaram que uma avaliação técnica identificou possíveis problemas estruturais, elétricos e hidráulicos. Essas informações fazem parte das alegações apresentadas na ação anterior e não devem ser confundidas com conclusões definitivas da Justiça.
Justiça determinou perícia na mansão
Em maio de 2026, a disputa sobre a reforma teve um desdobramento judicial após a determinação de realização de uma perícia técnica no imóvel.
A medida foi autorizada pelo desembargador Luiz Eduardo Canabarro, em decisão de 7 de maio, após recurso apresentado pelo casal.
O objetivo da perícia é verificar as condições da construção, identificar eventuais falhas e avaliar os serviços e custos necessários para possíveis reparos.
A autorização da prova pericial não equivale ao reconhecimento de responsabilidade da empresa ou da arquiteta pelos problemas alegados.
Processo de R$ 50 mil ainda está em fase inicial
O novo processo apresentado por Millena foi distribuído em outubro e tem como objeto principal o pedido de reparação por danos morais.
De acordo com as informações processuais divulgadas, uma intimação eletrônica foi expedida à autora em 14 de outubro, com prazo contado a partir do dia 19. Não havia registro de decisão sobre o mérito nem de concessão de medida de urgência.
Os dois processos tratam de questões diferentes: enquanto a ação iniciada pelo casal discute a execução da reforma, o pedido apresentado pela arquiteta envolve supostas ameaças e danos à reputação profissional.
A equipe de Ferrugem foi procurada para comentar as acusações, mas não havia apresentado resposta pública até a divulgação das informações consultadas. O espaço permanece aberto para manifestações do cantor, de Thaís Vasconcellos e de suas defesas.
A Justiça deverá analisar os documentos e argumentos das partes antes de decidir sobre eventual responsabilidade e sobre o pedido de indenização.
O cantor Ferrugem e sua esposa, Thaís Vasconcellos, estão sendo processados pela arquiteta Millena Caroline Moraes de Miranda, que pede uma indenização de R$ 50 mil por danos morais. A profissional alega ter sofrido ameaças e exposição negativa nas redes sociais após desentendimentos relacionados à reforma da residência do casal, no Rio de Janeiro.
A ação foi registrada em 8 de outubro de 2026 e tramita na 51ª Vara Cível da Comarca da Capital, no Rio de Janeiro. Além da indenização, a arquiteta solicita que Ferrugem e Thaís publiquem uma retratação em suas redes sociais. Até a última atualização disponível, não havia decisão judicial sobre o mérito das acusações.
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Arquiteta acusa Ferrugem de enviar mensagens ameaçadoras
Segundo a ação apresentada por Millena, o conflito se intensificou após problemas identificados na reforma da mansão do cantor, localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
A profissional afirma que Ferrugem teria enviado mensagens em tom intimidatório em um grupo de WhatsApp utilizado para tratar de assuntos relacionados à obra.
De acordo com o conteúdo atribuído ao cantor e apresentado nas informações sobre o processo, uma das mensagens dizia: “Tô avisando antes. Tô ameaçando vocês. […] Ou desfaz essa merda, ou quando eu chegar aqui na semana que vem, eu vou resolver da pior forma possível”.
A declaração integra as alegações da arquiteta e não representa uma conclusão judicial de que tenha ocorrido ameaça ou qualquer outra irregularidade por parte do artista.
Profissional também relata exposição nas redes sociais
Millena também acusa o casal de utilizar as redes sociais de Thaís Vasconcellos para divulgar conteúdos que, segundo ela, teriam prejudicado sua imagem e reputação profissional.
A arquiteta sustenta que as publicações provocaram exposição negativa e teriam incentivado o envio de mensagens ofensivas por seguidores do casal.
Na ação, ela pede que a retratação seja publicada nas redes sociais dos réus, além do pagamento de R$ 50 mil por danos morais.
As alegações ainda dependem de análise judicial. O pedido de indenização não significa que Ferrugem e Thaís tenham sido condenados ou que a Justiça tenha reconhecido a ocorrência dos danos apontados.
Ferrugem e esposa já haviam processado empresa responsável pela reforma
A nova ação é um desdobramento de uma disputa judicial iniciada em abril de 2026, quando Ferrugem e Thaís Vasconcellos processaram a empresa Millena Miranda Arquitetura Ltda., responsável por serviços relacionados à reforma da residência.
Naquele processo, o casal alegou atrasos na entrega da obra, problemas de execução e irregularidades que teriam comprometido as condições de segurança do imóvel.
Segundo os argumentos apresentados pelo cantor e pela esposa, a reforma teria acumulado aproximadamente um ano e meio de atraso. O casal também afirmou ter desembolsado cerca de R$ 3,5 milhões pelos serviços contratados.
Ferrugem e Thaís sustentaram que uma avaliação técnica identificou possíveis problemas estruturais, elétricos e hidráulicos. Essas informações fazem parte das alegações apresentadas na ação anterior e não devem ser confundidas com conclusões definitivas da Justiça.
Justiça determinou perícia na mansão
Em maio de 2026, a disputa sobre a reforma teve um desdobramento judicial após a determinação de realização de uma perícia técnica no imóvel.
A medida foi autorizada pelo desembargador Luiz Eduardo Canabarro, em decisão de 7 de maio, após recurso apresentado pelo casal.
O objetivo da perícia é verificar as condições da construção, identificar eventuais falhas e avaliar os serviços e custos necessários para possíveis reparos.
A autorização da prova pericial não equivale ao reconhecimento de responsabilidade da empresa ou da arquiteta pelos problemas alegados.
Processo de R$ 50 mil ainda está em fase inicial
O novo processo apresentado por Millena foi distribuído em outubro e tem como objeto principal o pedido de reparação por danos morais.
De acordo com as informações processuais divulgadas, uma intimação eletrônica foi expedida à autora em 14 de outubro, com prazo contado a partir do dia 19. Não havia registro de decisão sobre o mérito nem de concessão de medida de urgência.
Os dois processos tratam de questões diferentes: enquanto a ação iniciada pelo casal discute a execução da reforma, o pedido apresentado pela arquiteta envolve supostas ameaças e danos à reputação profissional.
A equipe de Ferrugem foi procurada para comentar as acusações, mas não havia apresentado resposta pública até a divulgação das informações consultadas. O espaço permanece aberto para manifestações do cantor, de Thaís Vasconcellos e de suas defesas.
A Justiça deverá analisar os documentos e argumentos das partes antes de decidir sobre eventual responsabilidade e sobre o pedido de indenização.