As horas que antecederam o duelo entre Brasil e Japão pela fase eliminatória da principal competição de seleções do planeta também movimentaram as redes sociais. Enquanto os jogadores se preparavam para entrar em campo, esposas e namoradas dos atletas brasileiros chamaram atenção ao compartilhar os looks escolhidos para acompanhar a partida.
As produções, repletas de referências às cores da Seleção e ao clima do Texas, onde o confronto foi disputado, rapidamente repercutiram entre os torcedores e reforçaram um fenômeno que já virou tradição em grandes competições internacionais: a atenção dedicada às chamadas WAGs, sigla em inglês para “wives and girlfriends” (esposas e namoradas).
Antes do início do confronto entre Brasil e Japão, diversas companheiras de jogadores da Seleção usaram as redes sociais para mostrar as produções escolhidas para acompanhar o jogo.
Os visuais misturaram peças nas cores verde e amarelo, camisetas personalizadas da Seleção, botas, chapéus de cowboy e acessórios inspirados no estilo western, em referência ao estado do Texas.
As publicações rapidamente ganharam milhares de curtidas e comentários de fãs que acompanharam tanto a partida quanto os bastidores fora das quatro linhas.
Quem chamou mais atenção?
Entre os nomes que mais repercutiram estavam:
Bruna Biancardi;
Rebeca Tavares;
Karoline Lima;
Lais Moraes;
Myckaela Lobianco;
Ana Lídia Guimarães;
Duda Santos;
Gabi Cunha;
Gabriely;
Carol Cabrino.
Algumas apostaram em produções mais discretas, enquanto outras investiram em peças temáticas e acessórios que remetiam ao clima do estado norte-americano onde aconteceu a partida.
O estilo cowboy virou tendência
O detalhe que mais chamou atenção foi a presença de chapéus de cowboy em diferentes produções.
A escolha não aconteceu por acaso. Como o jogo foi realizado em Houston, no Texas, muitas influenciadoras decidiram incorporar elementos da cultura local aos looks, combinando botas, jeans, franjas e acessórios típicos da região com peças nas cores da Seleção Brasileira.
O que significa o termo WAG?
A sigla WAG vem da expressão em inglês “Wives and Girlfriends”, utilizada para se referir às esposas e namoradas de atletas.
O termo ganhou notoriedade durante competições internacionais dos anos 2000, principalmente no futebol europeu, e passou a identificar não apenas as companheiras dos jogadores, mas também o interesse do público por seus estilos, rotina e presença nas arquibancadas.
No Brasil, o fenômeno se fortaleceu com a popularização das redes sociais, transformando muitas dessas mulheres em influenciadoras digitais com milhões de seguidores.
Moda também virou parte do espetáculo
Nos últimos torneios internacionais, as redes sociais passaram a acompanhar não apenas o desempenho dentro de campo, mas também os bastidores das viagens, concentrações e arquibancadas.
Os looks das companheiras dos atletas costumam gerar debates sobre tendências de moda, inspirações e estilo, tornando-se assunto entre torcedores mesmo antes do apito inicial.
Assim, o pré-jogo ganha um novo componente: além da expectativa pela partida, cresce o interesse pelas produções que ajudam a transformar o ambiente da competição em um grande evento de entretenimento.
A atenção sobre as WAGs aumentou significativamente nos últimos anos graças às redes sociais. Muitas delas compartilham bastidores das viagens, da rotina familiar e da preparação para acompanhar os jogos da Seleção.
Durante a competição internacional disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, os estádios e as arquibancadas também se tornaram palco para tendências de moda, fazendo com que os looks das companheiras dos jogadores ganhassem destaque entre os torcedores e se tornassem parte da repercussão dos jogos.






