Um homem foi preso em flagrante durante uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) contra um suposto esquema de comércio clandestino de medicamentos em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. A ação, realizada na noite de sexta-feira (17), teve como foco uma farmácia investigada por integrar uma organização criminosa especializada na venda irregular de remédios de alto custo. Os detalhes da operação só foram divulgados neste fim de semana.
Durante a operação, os policiais apreenderam diversos medicamentos de procedência não comprovada, além de outros materiais que serão analisados ao longo da investigação.
Polícia investiga esquema de venda ilegal de canetas emagrecedoras
As investigações são conduzidas pela Agência de Inteligência Policial (AIP) do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc). Segundo a Polícia Civil, o grupo é suspeito de adquirir, armazenar e distribuir clandestinamente medicamentos de controle especial, sem autorização dos órgãos competentes.
Entre os produtos comercializados ilegalmente estavam canetas emagrecedoras, medicamentos utilizados no tratamento de diabetes e comprimidos de zolpidem. Conforme a corporação, esses remédios eram vendidos sem exigência de receita médica, sem fiscalização sanitária e sem qualquer comprovação da origem.
Suspeito é preso em flagrante durante operação
A operação resultou na prisão em flagrante de um dos investigados. A identidade do suspeito não foi divulgada pela Polícia Civil.
Além da prisão, os agentes recolheram medicamentos e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações, que agora buscam esclarecer a dimensão do esquema.
Polícia Civil identifica fornecedor e rede de revendedores
De acordo com a Polícia Civil, as diligências permitiram identificar não apenas os responsáveis pela revenda dos medicamentos, mas também o principal fornecedor da organização criminosa.
A investigação segue em andamento para localizar outros envolvidos e apurar a extensão da atuação do grupo em Belo Horizonte e cidades da Região Metropolitana. A polícia também trabalha para identificar a origem dos medicamentos comercializados ilegalmente e o destino dos produtos distribuídos pelo esquema.