Simone Tebet denuncia perfis falsos e cobra freio no ódio durante a campanha

Em pronunciamento neste domingo (9), durante o debate da Band em São Paulo, a candidata ao senado defendeu a integridade da disputa e exigiu o fim da violência política contra mulheres e minorias nas redes sociais.
Redação NC News
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A temperatura do debate político nas redes sociais continua subindo, mas Simone Tebet decidiu acender o sinal de alerta contra a desinformação. Em um forte posicionamento realizado neste domingo (9), ela subiu o tom contra o que considera estratégias sujas na corrida eleitoral e declarou que pretende buscar resultados nas urnas, mas sem jamais abrir mão de sua própria integridade.

O recado foi direto para os adversários e marqueteiros digitais: Tebet revelou que já identificou a atuação de diversos perfis falsos (fakes) operando ativamente nas redes sociais para manipular as discussões e atacar a democracia.

O fim do “vale-tudo” por voto

Avaliando o atual cenário, ela defendeu que o processo eleitoral não deve ser uma arena de ataques predatórios, mas sim um momento de amplo caráter educativo para a população. Ao repudiar as táticas de guerrilha na internet, a política traçou uma linha clara sobre os problemas que precisam ser varridos da campanha:

  • Normalização do inaceitável: Tebet criticou abertamente a banalização da corrupção, do ódio e da violência política como se fossem “armas normais” aceitas no debate público.
    Fábrica de Fake News: O uso de contas falsas e robôs para atacar adversários e enganar a decisão do eleitorado.
  • Alvo nas minorias: Houve um repúdio veemente à escalada de agressões coordenadas e direcionadas especificamente contra mulheres e grupos minoritários no ambiente digital.
    “Não deve valer qualquer coisa por voto”, cravou Simone Tebet ao defender a urgência de se construir um ambiente de debate limpo e saudável durante o período de campanha.

Responsabilidade de todos

Tebet encerrou o seu apelo dividindo a conta com os demais atores políticos. Segundo sua visão, preservar a diversidade e proteger as engrenagens da democracia não é apenas um papel da Justiça, mas uma responsabilidade inegociável de todos os candidatos, partidos e cabos eleitorais envolvidos na disputa.

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