Um aluno de 10 anos foi agredido por um grupo de pelo menos dez estudantes dentro do Colégio Militar Dom Pedro II, na Asa Sul, em Brasília. O caso aconteceu em abril e foi registrado pela família junto à Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo o relato da mãe, o menino foi cercado enquanto buscava uma bola e sofreu socos, chutes, tapas, uma joelhada no rosto e uma tentativa de enforcamento. A criança também teria tido pertences ameaçados de roubo.
Mãe descobriu agressão por grupo de WhatsApp
A mãe afirmou que só tomou conhecimento do episódio depois de visualizar mensagens em um grupo de WhatsApp formado por responsáveis de alunos.
Ao questionar o filho, a criança contou o que havia acontecido.
“Eles simplesmente chegaram e bateram nele, não teve discussão e motivação nenhuma.”
Segundo a mãe, as agressões só terminaram quando uma coordenadora da escola chegou ao local.
Criança ficou com ferimentos
Após o episódio, o aluno apresentou escoriações e machucados no joelho e na perna, além de dores pelo corpo.
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, responsável pela gestão da unidade, confirmou a agressão e informou que o estudante recebeu atendimento na própria escola, sem necessidade de encaminhamento hospitalar.
Caso foi levado à polícia
A família registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal e indicou quatro alunos que a criança conseguiu identificar entre os envolvidos.
Um exame de corpo de delito também foi realizado no Instituto Médico-Legal para documentar os ferimentos.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da agressão.
Família cobra providências da escola
A mãe afirmou que ficou preocupada com a segurança do filho e chegou a considerar pedir a transferência dele caso medidas não fossem tomadas pela instituição.
“Como mando meu filho para essa escola novamente?”
A família também avaliava a possibilidade de buscar responsabilização judicial pelo episódio.
Investigação deve apurar responsabilidades
O caso deverá ser analisado pelas autoridades para esclarecer a participação de cada estudante e verificar se houve falhas na supervisão e na resposta da instituição.
A família afirma que pretende buscar responsabilização e garantir que a criança tenha segurança para retornar às atividades escolares.