Familiares de policiais militares presos no Amazonas denunciaram supostas ameaças contra os detentos após o motim registrado na Unidade Prisional da Polícia Militar (UPPM), em Manaus. Segundo os relatos, os presos estariam em situação de vulnerabilidade e correndo riscos dentro da atual estrutura prisional.
A preocupação aumentou após a rebelião que ocorreu nesta semana e resultou em quatro militares feitos reféns durante a ação. Desde então, parentes dos detentos passaram a cobrar providências das autoridades estaduais e defendem a transferência dos policiais para outra unidade do sistema prisional.
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Entenda o que aconteceu
O motim ocorreu na Unidade Prisional da Polícia Militar do Amazonas e mobilizou equipes de segurança do estado. Durante a rebelião, quatro policiais militares foram mantidos reféns pelos detentos, o que gerou preocupação entre familiares e autoridades. Após negociações, a situação foi controlada e os reféns foram liberados.
Segundo familiares dos presos, a transferência de parte dos detentos para uma nova unidade prisional após os episódios de tensão não resolveu os problemas de segurança. Eles afirmam que os policiais continuam recebendo ameaças e pedem que o governo reavalie a permanência deles no local.
Familiares relatam medo e insegurança
Parentes dos detentos afirmam que a preocupação aumentou após os acontecimentos recentes. Em manifestações públicas, familiares relataram receio de novos conflitos e pediram uma solução definitiva para garantir a integridade física dos policiais presos.
As denúncias também apontam para dificuldades enfrentadas pelos detentos dentro da unidade e cobram uma resposta rápida das autoridades responsáveis pela administração do sistema prisional.
Defensoria também pediu mudança de unidade
Além dos familiares, a Defensoria Pública do Amazonas também solicitou oficialmente a transferência de policiais presos para outra estrutura do sistema penitenciário estadual. O órgão argumenta que a medida pode contribuir para reduzir riscos e evitar novos episódios de violência.
A discussão sobre a permanência dos policiais no atual local ganhou força após o motim e segue sendo analisada pelos órgãos competentes.
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O que acontece agora
O pedido de transferência deve ser analisado pelas autoridades responsáveis pela gestão penitenciária do Amazonas. Enquanto isso, familiares aguardam uma definição sobre a situação dos detentos e cobram garantias de segurança.
O governo estadual ainda acompanha os desdobramentos do motim e as condições de custódia dos policiais envolvidos.
Entenda o contexto
O Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, é um dos principais presídios do Amazonas e já foi palco de episódios de grande repercussão nacional envolvendo rebeliões e disputas dentro do sistema carcerário. Ao longo dos anos, a unidade se tornou símbolo dos desafios enfrentados pelo estado na administração prisional.
O recente motim na unidade destinada a policiais militares reacendeu o debate sobre segurança, condições de custódia e separação de presos em situações consideradas de risco. As denúncias feitas por familiares e os pedidos da Defensoria Pública aumentaram a pressão por mudanças no sistema.
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