Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L do Mundial

English Team enfrenta Croácia, Gana e Panamá na 1ª fase da competição
Redação NC News
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Uma das gerações mais valiosas e talentosas do futebol europeu entra em campo com a missão de dar fim a uma longa espera de seis décadas. Apontada pelos analistas como uma das grandes forças e favoritas ao título do torneio de seleções na América do Norte, a Inglaterra inicia sua caminhada no Grupo L trazendo um elenco recheado de estrelas do primeiro escalão internacional.

O esquadrão comandado pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como referência central o centroavante Harry Kane. Aos 32 anos, o artilheiro chega embalado após quebrar uma incômoda escrita pessoal e faturar seu primeiro título de expressão pelo Bayern de Munique, mas foca agora na consagração máxima com a camisa de seu país. Para isso, Kane terá o suporte de jovens astros do futebol mundial, como o meia Jude Bellingham, do Real Madrid, e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal. A meta é repetir o feito histórico de 1966, única vez em que os inventores do esporte ergueram o troféu máximo entre nações.

Croácia aposta na genialidade de Modrić aos 40 anos
A principal ameaça ao favoritismo britânico na primeira fase é a Seleção da Croácia. Donos de campanhas espetaculares nas últimas edições do torneio (vice-campeões em 2018 e medalhistas de bronze em 2022), os comandados do técnico Zlatko Dalić desembarcam no continente com um elenco visivelmente envelhecido, mas altamente cascudo.

A grande referência técnica e intelectual do time continua sendo o meia Luka Modrić. O veterano de 40 anos, que recentemente trocou o Real Madrid pelo Milan, dita o ritmo dos xadrezes. Para oxigenar a equipe, os croatas depositam suas fichas em nomes de peso que atuam na elite inglesa, como o zagueiro Joško Gvardiol e o meio-campista Mateo Kovačić, ambos pilares do Manchester City, além da experiência do atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV.

Gana busca estabilidade e Panamá corre por fora
Correndo por fora na disputa pelas vagas do mata-mata, a seleção de Gana carimba sua quinta participação na história da competição. Sob a batuta do experiente treinador português Carlos Queiroz, as “Estrelas Negras” enfrentam um período de forte oscilação tática, mas sustentam um setor ofensivo capaz de dar trabalho aos gigantes. A força ganesa está concentrada na velocidade de atletas como:

Mohammed Kudus (Tottenham)
Iñaki Williams (Athletic Bilbao)
Kamaldeen Sulemana (Atalanta)
Antoine Semenyo (Manchester City)
Fechando o chaveamento aparece o Panamá, que disputa o torneio internacional pela segunda vez em sua história (a primeira foi em 2018, caindo na fase de grupos). Sob a gestão do técnico dinamarquês Thomas Christiansen, os panamenses assumem o posto de franco-atiradores do Grupo L. A esperança tática para tentar surpreender os favoritos está nos pés do meio-campista Adalberto Carrasquilla, principal articulador da equipe e atual jogador do Pumas, do México.

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