O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foi oficializado nesta quarta-feira (29) como candidato à Vice-Presidência da República na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que buscará a reeleição em 2026. A decisão foi aprovada durante a convenção nacional do PSB, realizada em Brasília, e mantém a aliança que venceu as eleições presidenciais de 2022.
A confirmação encerra uma das principais definições do bloco governista e reforça a estratégia de manter a frente ampla construída nos últimos anos. Além de oficializar Alckmin como vice, o PSB também aprovou a aliança nacional com os partidos que compõem a base da candidatura de Lula.
O que foi decidido na convenção
A convenção nacional do PSB aprovou por aclamação a candidatura de Geraldo Alckmin à Vice-Presidência e confirmou o apoio do partido à tentativa de reeleição de Lula. O evento contou com a presença do presidente da República e de lideranças da legenda, em Brasília.
Por que Alckmin continua na chapa
A permanência de Alckmin é vista como uma forma de preservar a composição política construída em 2022. Ex-governador de São Paulo e antigo adversário de Lula, ele passou a integrar o PSB naquele ano para compor a chapa presidencial e, desde então, tornou-se um dos principais articuladores do governo junto a setores do centro político.
O que muda agora
Com a definição do PSB, a chapa governista avança na formalização das candidaturas para as eleições de 2026. A expectativa é que as demais legendas aliadas concluam seus processos internos nas próximas convenções partidárias, consolidando oficialmente a coligação que disputará o Palácio do Planalto.
ENTENDA O CONTEXTO
A parceria entre Lula e Geraldo Alckmin nasceu nas eleições de 2022, quando antigos adversários políticos uniram forças em uma frente ampla. Agora, a aliança é repetida para a disputa de 2026, em um cenário de forte polarização política. Com a oficialização do PSB, a chapa governista entra oficialmente na corrida eleitoral e concentra esforços na campanha pela reeleição.