A Polícia Civil de São Paulo fechou quatro estabelecimentos clandestinos de jogos de azar durante uma operação realizada na quinta-feira (17), em diferentes regiões da capital paulista. A ação terminou com a apreensão de centenas de máquinas caça-níqueis e máquinas de cartão.
Cerca de 100 frequentadores foram levados para delegacias para prestar esclarecimentos. Eles assinaram termos de compromisso de comparecimento à Justiça e foram liberados posteriormente. A investigação continua para identificar quem estaria por trás dos estabelecimentos.
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Entenda o que aconteceu
A Polícia Civil de São Paulo fechou quatro estabelecimentos clandestinos de jogos de azar durante uma operação realizada na quinta-feira (17), em diferentes regiões da capital paulista. A ação terminou com a apreensão de centenas de máquinas caça-níqueis e máquinas de cartão.
Cerca de 100 frequentadores foram levados para delegacias para prestar esclarecimentos. Eles assinaram termos de compromisso de comparecimento à Justiça e foram liberados posteriormente. A investigação continua para identificar quem estaria por trás dos estabelecimentos.
Onde funcionavam os bingos
Os quatro endereços estavam espalhados por diferentes regiões de São Paulo:
- Alameda Barros, em Santa Cecília, no centro;
- Alameda Iraê, em Moema, na zona sul;
- Rua Clodomiro Amazonas, no Itaim Bibi, na zona oeste;
- Avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, também na zona oeste.
Segundo a Polícia Civil, os estabelecimentos funcionavam sem identificação externa e de maneira discreta, o que dificultava a localização pelas autoridades.
Polícia precisou arrombar portas
De acordo com o delegado Tom Blumer, do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), os agentes precisaram arrombar as portas de alguns dos imóveis para conseguir entrar.
No interior dos locais, foram encontradas centenas de máquinas caça-níqueis e equipamentos utilizados para pagamentos. Todo o material apreendido deverá passar por perícia.
Cerca de 100 pessoas foram levadas para delegacias
Ao menos 100 frequentadores foram transportados em um ônibus até o 15º Distrito Policial (Itaim Bibi).
Outras pessoas foram encaminhadas ao 14º DP, em Pinheiros, e ao 77º DP, em Santa Cecília. Entre os frequentadores estavam idosos e pessoas com deficiência física.
Após assinarem os termos de compromisso, eles foram liberados. A previsão é que possam ser intimados posteriormente para prestar novos esclarecimentos.
Investigação busca responsáveis pelos estabelecimentos
A operação não terminou com a identificação dos responsáveis pelos bingos.
Segundo a Polícia Civil, a investigação continua para localizar os responsáveis pelos estabelecimentos e esclarecer outros aspectos do funcionamento do esquema.
Até as informações divulgadas nesta sexta-feira (18), não havia registro de responsáveis pelos locais presos.
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O que acontece agora
Os equipamentos apreendidos serão analisados pela perícia, enquanto os investigadores tentam descobrir quem administrava os quatro estabelecimentos.
Os frequentadores conduzidos às delegacias não foram presos na operação. Eles assinaram termos de compromisso de comparecimento à Justiça e foram liberados, segundo as informações divulgadas sobre a ação.
Entenda o contexto
A operação ocorreu em quatro pontos diferentes da capital paulista e teve como alvo estabelecimentos que, segundo a investigação, funcionavam de forma clandestina.
Além das máquinas caça-níqueis, os policiais apreenderam equipamentos de cartão que serão periciados. O principal objetivo da investigação, agora, é identificar os responsáveis pelos locais e esclarecer como os estabelecimentos funcionavam.
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