O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) declarou apoio à decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de proibir as bets no Brasil. Para o petista, a medida foi necessária diante dos impactos que, segundo ele, as plataformas de apostas passaram a provocar entre as famílias brasileiras.
A declaração ocorreu neste domingo (27), durante uma carreata realizada por Grass em Águas Claras, com a participação da primeira-dama Janja da Silva. Na ocasião, o candidato afirmou que o governo federal tentou primeiro regulamentar o setor, mas posteriormente concluiu que seria necessário interromper a atuação das casas de apostas.
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Entenda o que disse Leandro Grass
Durante o ato de campanha, Grass afirmou que as plataformas de apostas contribuíram para o aumento do endividamento das famílias brasileiras.
Na avaliação apresentada por Grass, o governo Lula teria dado um período para avaliar os efeitos da regulamentação antes de optar pela proibição das plataformas.
Candidato relaciona bets ao endividamento
Grass afirmou que as apostas passaram a representar um problema para famílias brasileiras e defendeu a decisão tomada pelo governo federal.
Segundo o candidato, a regulamentação foi inicialmente utilizada como tentativa de acompanhar os efeitos do setor, mas a experiência teria mostrado, na avaliação dele, que outra medida seria necessária.
A declaração ocorreu durante uma agenda eleitoral em Águas Claras, onde Grass também falou sobre propostas para a região e criticou aspectos do transporte público.
Medida foi assinada por Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira (25), uma medida provisória que determina o encerramento das atividades das bets no Brasil.
A decisão estabelece prazos para que apostadores retirem valores mantidos nas plataformas. Quem não fizer a retirada voluntariamente dentro do período definido terá os valores devolvidos por meio dos bancos, conforme as regras estabelecidas na medida.
Publicidade das bets também tem prazo para sair
A medida também alcança ações de publicidade, propaganda e marketing relacionadas às casas de apostas.
As empresas têm até as 23h59 de 5 de outubro para retirar campanhas publicitárias, peças de divulgação e ações de marketing, tanto em meios físicos quanto digitais.
O mesmo prazo se aplica à retirada de marcas vinculadas a contratos de patrocínio.
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