Morre aos 95 anos o jornalista e escritor Zuenir Ventura, imortal da ABL

Com mais de seis décadas de carreira, jornalista mineiro deixou uma obra marcada pela cobertura política, temas sociais e grandes reportagens
Redação NC News
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O jornalista e escritor Zuenir Ventura morreu aos 95 anos nesta terça-feira (22). A informação foi confirmada pela Academia Brasileira de Letras (ABL) e pela família. A causa da morte não foi divulgada.

Durante mais de seis décadas de atuação no jornalismo, Zuenir construiu uma trajetória marcada pela cobertura de acontecimentos políticos e pela abordagem de temas sociais relevantes do Brasil. Entre seus livros mais conhecidos estão 1968 — O ano que não terminou e Cidade partida.

Durante sua formação, teve contato com grandes nomes da literatura brasileira, entre eles Manuel Bandeira, Alceu Amoroso Lima e Cleonice Berardinelli.
Durante sua formação, teve contato com grandes nomes da literatura brasileira, entre eles Manuel Bandeira, Alceu Amoroso Lima e Cleonice Berardinelli.

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Zuenir Ventura na Academia Brasileira de Letras

Zuenir Ventura era membro da Academia Brasileira de Letras e ocupava a Cadeira nº 32. Ele foi eleito em 30 de outubro de 2014, na sucessão do escritor Ariano Suassuna.

Na ABL, sua produção literária e jornalística consolidou a trajetória do autor entre nomes importantes da literatura e do jornalismo brasileiro. A Academia também promoveu, em setembro de 2026, uma homenagem ao jornalista por meio do documentário Mestre Zu.

Uma trajetória que começou em Minas Gerais

Natural de Além Paraíba, em Minas Gerais, Zuenir Ventura teve uma trajetória profissional marcada por diferentes experiências antes de se tornar um dos nomes conhecidos da imprensa brasileira.

Ele trabalhou como pintor de parede, office-boy, jogador de basquete, arquivista e professor universitário antes de se dedicar ao jornalismo.

Durante sua formação, teve contato com grandes nomes da literatura brasileira, entre eles Manuel Bandeira, Alceu Amoroso Lima e Cleonice Berardinelli.

Jornalismo e literatura

A carreira de Zuenir foi marcada pela transformação de acontecimentos políticos e sociais em reportagens, livros e análises. Ao longo das décadas, ele passou por diferentes veículos de comunicação e se consolidou como um dos nomes de destaque da imprensa brasileira.

Entre suas obras de destaque estão 1968 — O ano que não terminou, Cidade partida e Chico Mendes: crime e castigo, trabalhos que abordaram diferentes momentos e questões da sociedade brasileira.

Legado no jornalismo brasileiro

Com uma carreira de mais de 60 anos, Zuenir Ventura deixou uma produção que atravessou diferentes períodos da história recente do Brasil.

Sua atuação combinou jornalismo, literatura e análise social, com trabalhos voltados à compreensão de acontecimentos políticos e de questões que marcaram a sociedade brasileira.

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Entenda o contexto

A morte de Zuenir Ventura encerra uma trajetória de mais de seis décadas dedicada ao jornalismo e à literatura. Aos 95 anos, ele deixa uma obra que inclui livros-reportagem, crônicas e textos sobre acontecimentos políticos e sociais brasileiros.

A despedida ocorre enquanto a Academia Brasileira de Letras mantém o registro de sua trajetória como ocupante da Cadeira nº 32.

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