O presidente em exercício, Geraldo Alckmin participou nesta terça-feira (22), em São Paulo, de uma plenária com movimentos sociais, centrais sindicais e organizações da sociedade civil. O encontro teve como principal foco a mobilização dos apoiadores nos 12 dias que antecedem a eleição.
Participaram representantes de entidades como CUT, CTB, Força Sindical, CSB e UGT, além de movimentos como MST, MTST, CMP, MAB, UNE e UBES.
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Entenda o que aconteceu
Durante a plenária, os participantes apresentaram estratégias para ampliar a presença da campanha nas ruas e nas redes sociais. A representante do MTST Ana Paula resumiu a proposta nos chamados “dois Rs”: rua, com panfletagens e carreatas, e redes, com a disputa de narrativas no ambiente digital.
A ideia apresentada no encontro é intensificar a mobilização nos últimos dias da campanha, combinando atividades presenciais com ações de comunicação nas plataformas digitais.
Mobilização nas periferias entra no foco da campanha
João Pedro Stedile, do MST e da Frente Brasil Popular, destacou a importância da mobilização nas periferias, especialmente entre as mulheres.
Durante a plenária, Stedile defendeu que a militância leve às ruas temas como redução da jornada de trabalho, tarifa zero no transporte público, reindustrialização e restrições às apostas online.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, também afirmou que o resultado das eleições terá impacto sobre a disputa política envolvendo instituições democráticas e políticas sociais.
Durante o encontro, Edinho convocou os participantes para um dia nacional de mobilização.
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Alckmin destaca atuação dos movimentos sociais
Durante o discurso, Alckmin ressaltou o papel das organizações da sociedade civil na discussão de pautas como combate ao racismo e igualdade entre homens e mulheres.
Segundo o vice-presidente, a participação desses grupos também contribui para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas.
Alckmin citou ainda medidas e resultados atribuídos ao governo federal em áreas como economia, inflação dos alimentos, acordos internacionais do Mercosul, combate à sonegação e enfrentamento ao crime organizado.
Haddad defende ampliar políticas do governo federal em SP
Candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad também participou da plenária. Durante o encontro, defendeu a possibilidade de ampliar no estado políticas públicas desenvolvidas pelo governo federal.
Entre os temas mencionados pelo candidato estão educação e reindustrialização.
Já Marina Silva, candidata ao Senado por São Paulo e ministra do Meio Ambiente, abordou o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU.
Marina defendeu pautas ambientais, direitos das mulheres e políticas voltadas às periferias e às populações vulneráveis.
Plenária ocorre na reta final da campanha
A plenária ocorreu no mesmo dia em que Lula cumpriu agenda em Nova York, onde participou da abertura da Assembleia Geral da ONU.
O encontro acontece na reta final da campanha, período em que as candidaturas intensificam agendas de rua, ações digitais e mobilização de apoiadores.
Com 12 dias até a eleição, a estratégia discutida na plenária combina presença física nas ruas e atuação nas redes sociais como formas de ampliar a mobilização eleitoral.
Entenda o contexto
A reta final da campanha concentra uma série de atividades destinadas a ampliar a presença dos candidatos e de seus apoiadores junto ao eleitorado.
No encontro em São Paulo, movimentos sociais e centrais sindicais discutiram justamente como intensificar essa atuação nos últimos dias, com ações presenciais e digitais.
A mobilização também foi associada, durante a plenária, à defesa de pautas sociais, econômicas e ambientais apresentadas pelos participantes.
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