Apito final e fim dos primeiros 45 minutos no MetLife Stadium, em Nova Jersey! O primeiro tempo da grande estreia da Seleção Brasileira no principal torneio de seleções do planeta foi de teste para os corações dos torcedores. Sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, o Brasil viveu momentos de forte intensidade tática, sofreu com a velocidade dos “Leões do Atlas” e precisou correr atrás do prejuízo após sair em desvantagem, descendo para o vestiário com um empate por 1 a 1 no marcador.
A etapa inicial foi marcada por uma forte disputa física no meio de campo e por uma marca histórica atingida pela principal estrela do ataque canarinho.
Blitz, bola no travessão e o balde de água fria
O Brasil começou a partida em ritmo frenético, tentando impor uma “blitz” e sufocar a saída de bola de Marrocos. Logo nos minutos iniciais, a Seleção Brasileira construiu uma chance clara que levantou o público nas arquibancadas: após uma troca rápida de passes na entrada da área, a bola explodiu estrondosamente contra o travessão do goleiro Yassine Bono.
Apesar do domínio inicial da posse de bola por parte dos brasileiros, a seleção de Marrocos mostrou por que foi semifinalista no último Mundial e reagiu de forma cirúrgica:
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Contra-ataque mortal: Apostando na velocidade de Brahim Díaz e nos passes precisos do lateral Achraf Hakimi, os marroquinos equilibraram as ações;
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Susto na defesa: Em uma transição rápida que pegou a linha defensiva do Brasil desprevida, Marrocos balançou as redes primeiro, abrindo o placar e jogando um balde de água fria na torcida verde e amarela.
O empate de Vini Jr. e o recorde do “Bruxo”
O empate brasileiro não demorou a sair e veio coroar o atleta mais decisivo do atual ciclo. Ainda na metade do primeiro tempo, em uma jogada individual de pura velocidade e categoria pela ponta, o camisa 7 Vinícius Júnior bateu firme para estufar as redes e decretar o 1 a 1 no placar.
Além de recolocar o Brasil vivo na disputa, o gol teve um sabor histórico para o atacante do Real Madrid:
Com este tento, Vini Jr. alcançou o feito de marcar gols em duas edições diferentes do torneio mundial (Catar e Estados Unidos), igualando uma marca que pertencia ao lendário Ronaldinho Gaúcho — que balançou as redes em 2002 contra a Inglaterra e em 2006 diante do Japão.
O que esperar do segundo tempo?
Com a igualdade no marcador, a tendência é que Carlo Ancelotti promova ajustes no posicionamento defensivo durante o intervalo para conter as subidas de Hakimi e dar mais liberdade para Lucas Paquetá criar as jogadas no meio de campo. A Seleção Brasileira tem volume de jogo para buscar a virada, mas precisará de atenção redobrada para não ceder espaços na retaguarda.
A bola está prestes a rolar para a etapa complementar e você acompanha o placar atualizado, os lances de perigo e a análise do pós-jogo em tempo real aqui no nosso portal de notícias.