Quem passou por uma agência do Itaú nos últimos dias pode ter percebido uma mudança curiosa: em algumas fachadas, o nome do banco já não aparece como antes. A alteração chamou a atenção de clientes e internautas, mas não significa que o Itaú esteja deixando de operar nesses locais.
A mudança faz parte de uma transformação na identidade visual da marca. O banco está adotando uma nova linguagem gráfica e explica que a implementação acontece de forma gradual, o que faz com que diferentes versões da identidade ainda sejam vistas nas agências e em outros pontos de contato.
O que aconteceu com as fachadas do Itaú?
A mudança visual faz parte de uma reformulação da identidade do Itaú.
O banco passou a adotar uma nova apresentação para sua marca, com alterações no logotipo, na tipografia e na identidade visual.
Por isso, algumas agências e pontos de atendimento podem apresentar uma aparência diferente da que os clientes estavam acostumados a ver.
Em determinadas fachadas, o tradicional nome “Itaú” deixa de ocupar o mesmo espaço de destaque de antes, enquanto outros elementos visuais passam a assumir maior protagonismo.
A transformação, porém, não significa que o banco tenha encerrado as atividades nessas unidades.
Por que o banco mudou a identidade visual?
Segundo o próprio Itaú, a mudança representa um novo momento para a marca, que completou 100 anos de história.
A instituição afirma que a nova identidade foi pensada para transmitir uma imagem mais dinâmica e atual, preservando elementos que fazem parte da trajetória do banco.
A reformulação inclui mudanças no logotipo e na forma como a marca aparece visualmente.
O banco também adotou uma nova tipografia própria e uma paleta de cores mais moderna.
O Itaú deixou de usar o próprio nome?
Não. O nome Itaú continua sendo utilizado pela instituição.
O que mudou é a forma como a marca é apresentada visualmente.
A própria instituição explica que o novo logotipo já começou a ser implementado em diferentes canais e pontos de contato, mas que uma transformação desse tamanho leva tempo.
Por isso, os clientes ainda podem encontrar diferentes versões da identidade visual espalhadas pelas cidades.
Por que algumas fachadas estão diferentes e outras não?
A explicação está justamente no processo de transição.
De acordo com o Itaú, a implementação da nova identidade visual acontece gradualmente.
Isso significa que a substituição da comunicação visual das agências e de outros pontos de contato não ocorre ao mesmo tempo.
Durante esse período, é possível encontrar fachadas com a identidade antiga, outras com elementos da nova marca e algumas que já passaram por mudanças mais significativas.
Por isso, a aparência das agências pode variar de uma cidade para outra.
O banco está fechando as agências?
A mudança na fachada, por si só, não significa que a agência esteja sendo fechada.
A retirada ou alteração do nome na comunicação visual está relacionada à nova identidade da marca.
O Itaú continua utilizando sua marca em diferentes canais e pontos de contato com os clientes.
A própria instituição afirma que a nova identidade será implementada gradualmente, o que reforça que a mudança visual faz parte de um processo de transformação da marca.
O que mudou na nova marca?
A reformulação envolve vários elementos. O logotipo ganhou novos detalhes, com mudanças nos cantos e na apresentação das letras.
A tipografia também foi atualizada. Segundo o Itaú, a instituição passou a utilizar uma fonte própria e adotou uma nova paleta de cores inspirada na diversidade do Brasil.
A proposta é tornar a identidade visual mais moderna, dinâmica e conectada com o público.
Por que a mudança chamou tanta atenção?
O Itaú é uma das marcas mais conhecidas do sistema financeiro brasileiro.
Durante décadas, o nome e a identidade visual do banco estiveram presentes nas fachadas das agências e se tornaram facilmente reconhecíveis em diferentes cidades.
Por isso, quando os clientes começaram a perceber fachadas diferentes, a mudança despertou curiosidade.
Para quem passa rapidamente por uma agência, a alteração pode até dar a impressão de que o estabelecimento mudou de dono ou deixou de ser uma unidade do banco.
Mas a explicação é mais simples: trata-se de uma transformação da identidade visual.