A Polícia Científica de São Paulo realizou uma nova perícia na casa onde Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, morreu após ser atingida por um disparo na cabeça, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. O trabalho contou com a participação do cão Maki, treinado para identificar odor de sangue humano em locais onde há suspeita de crime.
A perícia foi realizada nesta sexta-feira (11) e faz parte das diligências para esclarecer a dinâmica da morte. A equipe busca encontrar novos vestígios que possam ajudar os investigadores a reconstruir o que aconteceu dentro do imóvel.
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Entenda o que aconteceu
Larissa morreu depois de ser atingida por um tiro na cabeça dentro da residência, em Embu das Artes. O caso passou a ser investigado pelas autoridades, que tentam determinar as circunstâncias do disparo e esclarecer a sequência dos acontecimentos.
O marido da vítima, o policial militar Vinícius Costa Silva, está preso temporariamente e é investigado sob suspeita de envolvimento na morte. Ele nega ter cometido o crime.
A prisão temporária faz parte das medidas adotadas durante a investigação e não representa, por si só, uma condenação. As autoridades ainda trabalham na coleta e análise de elementos que possam esclarecer o caso.
Cão Maki participa da busca por vestígios
Maki, da Polícia Científica de São Paulo, foi utilizado durante a nova perícia por ser treinado para identificar odor de sangue humano.
A atuação de cães especializados pode auxiliar as equipes na localização de possíveis vestígios em ambientes que estão sendo analisados. A atividade faz parte do conjunto de procedimentos empregados pelos peritos para tentar reconstruir a dinâmica de uma ocorrência.
No caso de Larissa, o trabalho busca encontrar elementos que contribuam para esclarecer o que aconteceu dentro da residência.
Peritos também utilizam luminol
Além da atuação de Maki, os peritos utilizaram luminol, uma técnica empregada para auxiliar na identificação de possíveis vestígios de sangue que não estejam facilmente visíveis.
O procedimento faz parte da análise técnica do imóvel e pode ajudar os investigadores a identificar áreas que mereçam uma avaliação mais detalhada.
A equipe também recorreu à tecnologia de reconstrução em 3D, permitindo registrar o espaço e auxiliar na análise da posição dos ambientes e dos possíveis elementos relacionados à ocorrência.
Reconstrução tenta esclarecer a dinâmica da morte
A utilização conjunta de diferentes técnicas busca produzir uma visão mais completa do local. A documentação em 3D pode ajudar os investigadores e peritos a analisar o imóvel posteriormente e comparar os vestígios encontrados com as versões apresentadas durante a investigação.
A intenção é reunir informações suficientes para compreender a sequência dos acontecimentos e verificar quais elementos são compatíveis com as hipóteses investigadas.
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A investigação continua em andamento. Os vestígios coletados durante a nova perícia deverão ser analisados pelas equipes responsáveis pelo caso e poderão contribuir para esclarecer as circunstâncias da morte.
Até o momento, o policial militar Vinícius Costa Silva permanece preso temporariamente e nega envolvimento no crime. A apuração deverá reunir outros elementos antes de uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade pela morte de Larissa.
Entenda o contexto
A nova perícia ocorre em meio aos esforços das autoridades para esclarecer uma morte ocorrida dentro de um imóvel particular. Em situações como essa, a análise técnica do local pode ser importante para confrontar versões, identificar vestígios e reconstruir a dinâmica da ocorrência.
O uso de recursos como cães especializados, luminol e reconstrução digital amplia as possibilidades de análise do ambiente. Os resultados, porém, precisam ser avaliados em conjunto com depoimentos, laudos e demais elementos reunidos durante a investigação.
O caso segue sob apuração, e novas informações podem surgir conforme os exames periciais e as demais diligências forem concluídos.
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